PREENCHEDORES E ULTRASSONOGRAFIA: A COMBINAÇÃO PARA PROCEDIMENTOS MAIS SEGUROS

Dr. Adriano Morgado
CRM 52 87526-0
Graduação pela UNIRIO
Residência médica e mestrado pela UFES
Dr. Adriano Morgado
CRM 52 87526-0
Graduação pela UNIRIO
Residência médica e mestrado pela UFES
A ultrassonografia ganhou amplo reconhecimento como uma ferramenta valiosa em imagens da pele ao longo dos últimos anos, por ser uma modalidade de imagem que não utiliza radiação e altamente acessível, que permite não apenas a observação de todas as camadas da pele, apêndices cutâneos e estruturas mais profundas, mas também, a avaliação da anatomia vascular e vascularização interna de lesões usando o modo Doppler.
O principal componente do aparelho de ultrassonografia é o transdutor, popularmente conhecido como sonda, é a parte do aparelho que entra em contato com o paciente e no campo da dermatologia e estética médica é particularmente importante, uma vez que a tecnologia de ultrassom de alta frequência permite emitir ondas na faixa de frequência entre 20 MHz e 30 MHz, e é a ferramenta ideal para fornecer informações antes, durante e depois de diferentes procedimentos estéticos.
O novo aparelho de ultrassonografia SAMSUNG V8 adquirido pela RAD-MED é equipado com o transdutor L3-22, capaz de emitir frequências mais altas, que garantem uma melhor resolução espacial, permitindo a visualização detalhada das camadas da pele e da sua vascularização utilizando o modo Doppler.
O recente aumento do uso de preenchedores para harmonização facial, bem como do aumento da variedade de substâncias utilizadas, acrescido ao fato de que em muitos casos não há registro da localização e de qual substância foi utilizada, ganha destaque o exame de mapeamento facial com Doppler, que permite identificar
INFECÇÃO URINÁRIA

A infecção do trato urinário é uma das principais na prática médica, atrás apenas das infecções respiratórias, seja na comunidade, ou no ambiente hospitalar. Estima-se que existam 150 milhões de casos por ano, no mundo, e as internações realizadas geram um custo de bilhões de dólares. Entretanto, prevalecem em três grupos: crianças até os seis anos, mulheres jovens com vida sexual ativa e na população acima dos sessenta anos de idade.
A infecção urinária define-se pela presença de micro-organismos no trato urinário (rins, sistema coletor, bexiga, próstata e uretra), em geral, provocada por bactérias, mas, vírus e fungos também podem ser agentes etiopatogênicos. Em mulheres pré e pós-menopausa, a cistite recorrente tem grande importância no aspecto das infecções urinárias em geral, sendo motivo de preocupação, ao promover limitação laboral e sexual no dia a dia dessas pacientes.
O acesso dos micro-organismos ao trato urinário se dá pela via ascendente, ocorrendo a colonização uretral que ascende até a bexiga, podendo chegar aos ureteres, pelve renal e parênquima. A atenção a esse quadro se deve pela dificuldade em oferecer uma prevenção de caráter definitivo para cistite recorrente, e também, pelo incompleto conhecimento de tópicos como: fatores desencadeantes, aderência bacteriana, microbiológica e imunidade envolvidas.
A urina normalmente é estéril, pela presença de mecanismos de defesa do trato urinário, evitando a invasão bacteriana. As infecções surgem do desequilíbrio entre virulência bacteriana e os mecanismos de defesa do hospedeiro. Quase todos os micro-organismos que infectam o trato urinário derivam da flora intestinal. A escherichia coli, uma bactéria gram negativa, responde por cerca de 85% dos casos.
Na prática clínica, a cistite recorrente deve ter seu diagnóstico baseado nos sintomas e cultura positiva, porém, na maioria das vezes é realizado sem a urinocultura. Se caracteriza como processo inflamatório/irritativo ou infeccioso da bexiga. Sem infecção, ela pode ter várias causas como: produtos químicos, medicamentos, doenças alérgicas, parasitárias, imunológicas e irradiação. Aqui o foco é a cistite infecciosa, causada principalmente por bactérias. Por volta de 50%
EXOSSOMOS: O NOVO ALIADO PARA CABELOS E PELE SAUDÁVEIS

Você já ouviu falar nos exossomos?
Eles são pequenas partículas liberadas pelas células que têm ganhado destaque em várias áreas da medicina, inclusive, na dermatologia, possuindo um grande potencial para rejuvenescimento e reparação da pele e dos cabelos.
Mas o que isso significa na prática?
Os exossomos funcionam como “mensageiros” auxiliando na comunicação entre as células e estão envolvidos em processos de regeneração celular e reparação dos tecidos.
No campo da tricologia, ou seja, a ciência que estuda as doenças e saúde dos cabelos e couro cabeludo, os exossomos têm se mostrado uma poderosa ferramenta em relação a queda de cabelo, uma queixa extremamente frequente tanto em homens quanto mulheres.
É como se esses pequenos compostos “acordassem” e revitalizassem os folículos capilares, promovendo a regeneração e fortalecimento daqueles fios que estavam enfraquecidos e estimulando a produção e crescimento de novos.
Também são utilizados quando queremos promover a saúde dos cabelos, resultando em fios mais fortes, saudáveis e um cabelo muito mais volumoso.
Quando nos referimos a pele, os exossomos têm sido cada vez mais indicados para o tratamento de queixas cotidianas, como: o envelhecimento, manchas, acne e cicatrizes.
Eles atuam na regeneração da pele, produção de novas células e também promovem melhora da firmeza e textura, ou seja, resultando numa pele mais jovem e saudável.
Como funciona o tratamento?
Os tratamentos com exossomos são minimamente invasivos e podem ser aplicados de diferentes formas, associados a outros procedimentos em consultório médico, como: microagulhamento, eletroporação, lasers ou até mesmo em produtos tópicos.
Ao serem aplicados na pele ou no couro cabeludo, os exossomos ajudam a estimular a produção de colágeno, acelerar a cicatrização – neste caso, ideal para quem sofre com acne, manchas ou feridas, fortalece os fios capilares, revitalizando os folículos e reduzindo a queda.
E afinal, quem tem benefícios com o seu uso?
Todos, sem exceção. Os tratamentos com exossomos são indicados para pessoas que desejam
A RINITE ALÉRGICA E O CUIDADO AMBIENTAL

Se você sofre de rinite alérgica aqui estão algumas dicas para melhorar o ar em sua casa e os aparelhos que podem ajudar.
* Filtros de ar: Os sistemas de filtragem de ar retiram mofo, pólen, ácaros e outras partículas do ar doméstico, sendo o melhor o Filtro HEPA (absorção de partículas de alta eficiência) que têm múltiplas pregas que prendem partículas minúsculas. Os sistemas HEPA podem ter até 99,9% de eficiência na remoção de poeira, mofo, bactérias e outras partículas transportadas pelo ar.
O tipo de purificador de ar conhecido como ionizador, produz íons eletricamente carregados que se ligam às partículas de mofo e pólen do ar grudando-as em suas paredes, tetos e cortinas.
Para que um sistema de filtragem seja totalmente eficaz, ele precisa funcionar 24 horas por dia.
Um bom sistema de filtragem de ar pode fazer a diferença para pessoas com alergias, incluindo àquelas com rinite alérgica, beneficiando a sua saúde.
Os sistemas de filtragem de ar precisam ser rigorosamente mantidos. Se você tem um gato, cachorro ou tapetes, se sua casa é empoeirada ou se você deixa suas janelas abertas, o sistema de filtragem não pode fazer bem o seu trabalho.
No caso de ionizadores, as partículas que foram enviadas, grudadas em suas paredes, tetos e cortinas, caem em poucos dias. Então, elas retornam ao seu ambiente de respiração.
* Desumidificadores: Removem umidade do ar. Isso inibe o crescimento de mofo e ácaros.
Os desumidificadores puxam o ar sobre serpentinas frias, condensando sua umidade, antes de passar o ar sobre serpentinas quentes e de volta para o ambiente.
Os ácaros, aqueles organismos microscópicos que particularmente fazem com que pessoas alérgicas e asmáticas se sintam pior, prosperam em alta umidade. Eles vivem em suas roupas de cama, suas cortinas, seus tapetes, de sua casa. Remover a umidade excessiva do ar interno, de sua casa, ajuda a controlar sua rinite alérgica.
Nos primeiros dois
ENTREVISTA 114

Dra. Giselly Hentzy é médica endocrinologista, mãe da Lara, casada com Gabryel Eccard, atende nas cidades de: Campos, São Fidélis, Italva e Macuco, todas no estado do Rio de Janeiro. Nesta entrevista, ela contará um pouco da sua rotina e dos desafios da profissão, ao longo dos seus 17 anos de atuação profissional.
SP – Dra. Giselly, como foi que a medicina entrou em sua vida?
GBHE – Desde a época do meu ensino médio, sempre nutri uma grande admiração por duas graduações, a medicina e a administração. A administração por referência dos meus irmãos, que têm uma empresa, mas, a medicina apenas me identificava mesmo. Então, me inscrevi no vestibular para ambas. Porém, antes mesmo de prestar o vestibular para administração, o resultado, com minha aprovação na Faculdade de Medicina de Campos me fez optar por seguir a medicina, onde me sinto muito realizada e feliz com a profissão que escolhi. Cursei a graduação entre os anos 2002 e 2008, em seguida fiz residência em clínica médica entre 2009 e 2010, no Hospital Escola Álvaro Alvim e depois, em endocrinologia, no Hospital Federal da Lagoa, no Rio de Janeiro, entre os anos de 2011 e 2012.
SP – E o peso do apoio da sua família nessa história, até sua formação?
GBHE – O apoio do Gabryel, meu marido, à época meu namorado, foi extremamente importante nessa construção, sempre me apoiou e incentivou, num contexto complexo, de mudança de cidade, pois eu sou natural de São Fidélis e precisei me mudar para uma cidade maior, diferente, cheia de novidades. Além de tudo isso, faltando um mês para eu terminar a residência, tivemos a nossa filha, a Lara, e esse suporte dele foi fundamental para que hoje eu estivesse realizada. Eu também jamais poderia esquecer a força da minha mãe, Maria Margarida, que embarcou nesse sonho comigo, ao ponto de se mudar para Campos e passar os primeiros anos aqui ao meu lado, não apenas no âmbito emocional, mas também financeiro, arcando com as despesas e as mensalidades
Rei do Caranguejo

Rei do Caranguejo
A cirurgia plástica percorreu um longo caminho nas últimas décadas. Hoje é uma forma de tratamento médico amplamente aceita e utilizada tanto para melhorar a aparência física, quanto para tratar condições médicas. Contudo, com a crescente popularidade da cirurgia plástica, é necessário examinar os limites éticos deste procedimento.
A cirurgia plástica é um procedimento médico que altera ou repara o corpo por razões médicas ou estéticas. Pode ser utilizado para melhorar a aparência física, corrigir os sinais de envelhecimento, ou para tratar circunstâncias na saúde do paciente. Os procedimentos mais comuns incluem:
* O aumento dos seios;
* Abdominoplastia;
* Reconstrução facial;
* E rinoplastia.
Juridicamente, há quem defenda que a cirurgia plástica estética, que visa apenas o embelezamento do paciente – é uma obrigação de resultado – isto é, o médico obriga-se a alcançar um resultado específico.
Não obstante, o entendimento diverso não diferencia as cirurgias plásticas estéticas das demais categorias cirúrgicas, pois em ambos os casos há riscos e intercorrências, variáveis a cada paciente. Assim, o médico assumiria uma obrigação de meio, devendo apenas utilizar todos os meios ao seu alcance para atingir o resultado final.
Por isso, é importante compreender os limites éticos da cirurgia plástica, a fim de garantir a “segurança do paciente” e “resguardar o médico” em eventual demanda judicial.
O cirurgião plástico deve sempre discutir os potenciais riscos e benefícios com o seu paciente antes de realizar o procedimento. É fundamental que o paciente tenha consciência, por exemplo, do risco de infecções ou cicatrizes.
Para tanto, o cirurgião plástico precisa obter o consentimento informado do seu paciente antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico. Ou seja, o paciente deve ser informado de todos os riscos e benefícios, bem como de quaisquer alternativas possíveis. Além disso, o cirurgião plástico deve manter os registros detalhados do procedimento, incluindo o historial médico do paciente, o procedimento realizado e quaisquer medicações prescritas.
Em conclusão, é de suma importância compreender as implicações éticas da cirurgia plástica, a fim de garantir não só segurança do paciente, como do próprio médico.
BioMol

BioMol
A cirurgia plástica percorreu um longo caminho nas últimas décadas. Hoje é uma forma de tratamento médico amplamente aceita e utilizada tanto para melhorar a aparência física, quanto para tratar condições médicas. Contudo, com a crescente popularidade da cirurgia plástica, é necessário examinar os limites éticos deste procedimento.
A cirurgia plástica é um procedimento médico que altera ou repara o corpo por razões médicas ou estéticas. Pode ser utilizado para melhorar a aparência física, corrigir os sinais de envelhecimento, ou para tratar circunstâncias na saúde do paciente. Os procedimentos mais comuns incluem:
* O aumento dos seios;
* Abdominoplastia;
* Reconstrução facial;
* E rinoplastia.
Juridicamente, há quem defenda que a cirurgia plástica estética, que visa apenas o embelezamento do paciente – é uma obrigação de resultado – isto é, o médico obriga-se a alcançar um resultado específico.
Não obstante, o entendimento diverso não diferencia as cirurgias plásticas estéticas das demais categorias cirúrgicas, pois em ambos os casos há riscos e intercorrências, variáveis a cada paciente. Assim, o médico assumiria uma obrigação de meio, devendo apenas utilizar todos os meios ao seu alcance para atingir o resultado final.
Por isso, é importante compreender os limites éticos da cirurgia plástica, a fim de garantir a “segurança do paciente” e “resguardar o médico” em eventual demanda judicial.
O cirurgião plástico deve sempre discutir os potenciais riscos e benefícios com o seu paciente antes de realizar o procedimento. É fundamental que o paciente tenha consciência, por exemplo, do risco de infecções ou cicatrizes.
Para tanto, o cirurgião plástico precisa obter o consentimento informado do seu paciente antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico. Ou seja, o paciente deve ser informado de todos os riscos e benefícios, bem como de quaisquer alternativas possíveis. Além disso, o cirurgião plástico deve manter os registros detalhados do procedimento, incluindo o historial médico do paciente, o procedimento realizado e quaisquer medicações prescritas.
Em conclusão, é de suma importância compreender as implicações éticas da cirurgia plástica, a fim de garantir não só segurança do paciente, como do próprio médico. O cirurgião
PROCESSOS OBSTRUTIVOS EM FELINOS

O processo obstrutivo em felinos é uma condição médica significativa que pode comprometer a saúde dos gatos, exigindo atenção e manejo adequados. Esse problema, geralmente, ocorre quando há uma obstrução nas vias urinárias, podendo ser causada por cálculos, cristais ou mucosidade. A obstrução pode levar a sérios problemas de saúde, incluindo insuficiência renal e até risco de vida se não for tratada de forma eficaz.
A obstrução urinária em felinos é mais comum em machos, devido à anatomia do trato urinário, que é mais estreito e propenso a bloqueios. Os sintomas incluem esforço para urinar, vocalização excessiva, apatia e, em casos graves, vômitos e perda de apetite. Se o bloqueio não for rapidamente resolvido, pode haver um aumento perigoso dos níveis de potássio e um possível colapso renal.
A prevenção da obstrução urinária começa com a compreensão dos fatores de risco e a adoção de medidas proativas. A alimentação desempenha um papel crucial, e uma dieta balanceada pode ajudar a prevenir a formação de cristais e cálculos. Rações especialmente formuladas para a saúde urinária podem diluir a urina e reduzir a probabilidade de formação de cristais. Além disso, é essencial garantir que o gato tenha acesso constante à água fresca, pois a hidratação adequada ajuda a manter a urina diluída.
A gestão do peso é outro fator importante na prevenção. A obesidade pode aumentar o risco de problemas urinários, portanto, manter uma dieta equilibrada e promover exercícios regulares são práticas recomendadas. Além disso, é benéfico monitorar a frequência das micções do gato e quaisquer mudanças em seus hábitos, pois isso pode ser um indicativo precoce de problemas urinários.
Outras causas e fatores de risco, são:
* Genética: algumas raças têm predisposições genéticas para condições urinárias, o que pode levar a uma maior incidência de obstruções.
* Estrutura Anatômica: certas raças com características anatômicas específicas, como o
OLHE ALÉM DO ESPELHO, CUIDE DE VOCÊ DE DENTRO PARA FORA

Observe além do reflexo: enxergue o que seu corpo está tentando dizer.
A beleza que vemos no espelho é apenas uma parte da nossa história. O que muitas vezes não se vê são os desconfortos e disfunções que afetam profundamente nosso bem-estar físico e emocional.
Dor durante a relação, adaptações corporais na gestação, incontinência urinária, ou aquela sensação de peso na região pélvica podem parecer invisíveis aos olhos dos outros, mas não precisam ser invisíveis para você.
A fisioterapia pélvica vai além do cuidado físico: ela promove saúde, alívio e reconexão com o seu corpo, restaurando o equilíbrio que você merece. “O ideal seria que toda mulher tivesse a possibilidade de realizar uma avaliação do assoalho pélvico, para saber se tem consciência da musculatura, coordenação e funcionalidade. Através dos resultados dar continuidade caso venha precisar de tratamento ou o que foi passado de resultado, observar e aprimorar os movimentos musculares para uma saúde intima melhor e até preventiva”.
Precisamos entender o quão importante é trabalhar toda essa rede de músculos que formam o chão da pelve, sustentando os órgãos pélvicos, mantendo a continência (não ter perda de urina e fezes), ato sexual sem dor, melhor evacuação, parto e sua influência na estabilidade postural.
Nós, mulheres, precisamos o quanto antes buscar por informações, conhecer o nosso corpo com profissionais especializados que trabalharão de forma específica com o que precisa realmente ser tratado. Engana-se quem pensa que só realizamos os protocolos na área perineal, vamos trabalhar o corpo como um todo, observando as cadeias musculares que estejam interferindo na evolução das sessões, mobilidade, respiração e consciência corporal. Tratamos, cuidamos e orientamos para que nas atividades do cotidiano elas consigam manter tudo que foi aprendido ao longo dos atendimentos.
Precisamos cuidar hoje, porque no futuro durante a menopausa com a queda de estrogênio pode enfraquecer os músculos pélvicos e deteriorar
REZUM: NOVO TRATAMENTO DE PRÓSTATA

A Hiperplasia Prostática Benigna – HPB, ou aumento benigno da próstata é uma condição que afeta cerca de 50% dos homens aos 50 anos e 80% aos 70 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia – SBU.
O tratamento mais recente para diminuir o tamanho da próstata por meio não invasivo, foi autorizado pela Anvisa no ano passado quando os primeiros procedimentos começaram no Brasil. a técnica chamada de rezum foi usada pela primeira vez por especialistas do Hospital Oswaldo Cruz em São Paulo, e agora nos principais centros urológicos como mais uma forma de combater à HPB, relacionada ao aumento exagerado da próstata e que causa alguns sintomas do trato urinário.
Os sintomas relacionados à HPB são: mudanças no jato urinário, que pode ser interrompido ou fraco, gotejamento terminal, necessidade urgente de esvaziar a bexiga, vazamento urinário, sensação de bexiga cheia, mesmo depois de urinar, urinar com mais frequência, especialmente à noite, sendo necessário interromper o sono por 2 a 7 vezes para esvaziar a bexiga. Ainda de acordo com a SOBRICE, os pacientes também podem apresentar sintomas como: infecção na urina, infecções urinárias de repetição e o desenvolvimento de pedras no interior da bexiga. Em casos mais severos de hiperplasia prostática, podem acontecer retenção urinária (incapacidade de urinar), sendo necessário o uso de cateterismo vesical de alivio ou permanente, e insuficiência renal, embora isso seja menos comum.
A Sociedade Brasileira de Urologia estabelece em suas diretrizes sobre HPB que o tratamento inicial envolve a utilização de medicamentos, com a finalidade de melhorar os sintomas urinários do paciente, e assim, sua qualidade de vida também. No entanto, quando há falha ou intolerância ao tratamento medicamentoso, ou uso por mais de 2 anos dessa medicação, os pacientes precisam se submeter a um procedimento cirúrgico minimamente invasivo em caráter day clinic sob sedação endovenosa em caráter ambulatorial. O procedimento