Entrevista Dr. Ivan Salgado de Azevedo

Dr. Ivan Salgado de Azevedo

Cirurgião Torácico
CRM 52 84668-6

Se para muitos jovens a escolha de uma profissão, na reta final do ensino médio, é um desafio, para o médico Ivan Salgado de Azevedo, esse nunca foi um dilema. Desde a infância, ele já sabia o caminho que seguiria profissionalmente, e a resposta não era simplesmente a medicina, ele já sonhava em ser cirurgião torácico. A influência, ele também sabe dizer de onde veio. Filho do cirurgião torácico Ricardo Madeira, e neto do pneumologista Décio Lobo, Ivan, sempre acompanhou os dois nos atendimentos, e hoje, comemora o fato de não apenas ter o pai apenas como figura do homem da casa, mas também, como melhor amigo, exemplo de profissional e parceiro de trabalho. Formado em medicina, em 2007, Ivan se especializou no maior centro de cirurgia torácica do país, o Pavilhão Pereira Filho, na Santa Casa de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.     

SP – Por que a escolha pela medicina?

ISA  Desde que me entendo por gente, eu sempre tive interesse pela medicina. Eu sou a terceira geração de médicos da família. Meu pai, Ricardo Madeira, que é cirurgião torácico, sempre foi minha grande referência, assim como meu avô, Décio Lobo de Azevedo, que foi um grande pneumologista aqui na cidade de Campos e um dos fundadores da Faculdade de Medicina de Campos. Hoje, eu e meu pai trabalhamos juntos em todos os lugares, além de um grande parceiro profissional é também meu melhor amigo. Cem por cento do meu dia profissional é com ele. O meu irmão mais novo, Ricardo de Azevedo, também é cirurgião torácico, formado pela Santa Casa de

Calor e Doenças

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Calor é uma parte da física que estuda temperaturas de um modo geral. No popular, contudo, calor significa temperatura alta. A ONU e várias instituições meteorológicas anunciaram que, em 2023, ocorreu o dia e o mês mais quentes desde que as temperaturas começaram a ser medidas, em 1880. Em lugares diversos, registros de fenômenos meteorológicos começaram mais tarde. Falar em fenômenos climáticos mais radicais da história ou de todos os tempos é vago e cria confusão.

Devemos considerar que o planeta Terra vem se aquecendo progressivamente depois da Revolução Industrial, cujo começo situa-se no fim do século XVIII. E esse aquecimento é resultado de uma economia baseada na queima de combustíveis fósseis. Houve muita discussão a respeito. Era mais fácil negar as mudanças climáticas produzidas por uma economia de mercado ou simplesmente ignorá-las como algo de menor importância. Conservadores e progressistas agiram assim desde os primeiros anúncios de tais mudanças. Mas agora, o negacionismo se tornou insustentável.

Temperaturas altas ou oscilações climáticas acentuadas (amplitude térmica) estressam os biomas, os ecossistemas, as plantas, os animais e os humanos, podendo acarretar secas, incêndios, temporais, enchentes, ventos fortes e morte. A medicina alerta que a temperatura corporal de uma pessoa varia ao longo do dia, podendo ser influenciada por atividades físicas. Contudo, a temperatura interna do corpo humano oscila entre 36° e 36,7°. Acima disso, pode-se considerar que a pessoa está febril. Febre não é doença, mas sintoma de doença.

Se uma pessoa morre por infarto ou acidente vascular encefálico causados por altas temperaturas, o registro médico indicará que a pessoa sofria do coração. Não constará em sua ficha que altas temperaturas causaram infarto ou AVC (derrame cerebral). Indiretamente, as altas temperaturas podem levar a problemas indiretos de saúde. O suor excessivo pode causar desidratação e criar ambiente úmido no corpo que facilite o desenvolvimento de bactérias e fungos.

As fortes chuvas causadas pela intensa evaporação podem matar diretamente as pessoas, afogando-as e esmagando-as em

A ginecologia com novo olhar para estética

Dra. Karlla Haddad

Ginecologista e Sexóloga
CRM 52 95384-9
Formada pela FMC
Pós-graduação em sexualidade humana IEPOS no Hospital Pérola Byington

Dra. Karlla Haddad

Ginecologista e Sexóloga
CRM 52 95384-9
Formada pela FMC
Pós-graduação em sexualidade humana IEPOS no Hospital Pérola Byington

Atualmente, a mulher moderna prioriza o autocuidado como um todo: cabeça, corpo, mente e na sua região íntima. Com tantos tratamentos e estímulos para repor o colágeno no rosto, pescoço e corpo; por que não também para sua pepeka?! Afinal, a entrega da idade hoje em dia é a sua região íntima.

E assim, a mulher vem se empoderando e quebrando tabus, investindo em seu bem-estar em todos os aspectos, melhorando assim, sua autoestima.
Com os anos há diminuição de colágeno, deixando a pele da vulva mais flácida, e a mucosa intravaginal mais ressecada e menos lubrificada. Pensando nisso, as tecnologias com uso de energias evoluíram também para região da vulva e vagina. Hoje, com a plataforma Spectra Medic para estes e muitos outros tratamentos de queixas, desde um rejuvenescimento íntimo até disfunções sexuais.

Uma só plataforma e 5 tecnologias. Com ela consegue tratar:

* Candidíase de repetição;

* Herpes genital;

* Pós-parto normal com edema, laceração, alargamento…

* Pós-parto cesário para melhor cicatrização, melhora mais rápida do edema (inchaço) e dor;

* Processo de cicatrização demorada pós-cirurgia plástica de mama, abdômen;

* Ressecamento vaginal – melhora a lubrificação e sensibilidade na vagina;

* Fissura (rachadura) vaginal;

* Fissura (rachadura) mamária;

* Assadura em virilha, abaixo das mamas;

* Dermatite de fralda em crianças;

* Atrofia urogenital;

* Incontinência urinária (perda de urina), cistite de repetição;

* Disfunção sexual, dor na relação;

* Líquen escleroso;

* Hidradenite;

* Verrugas de HPV;

* Frouxidão vaginal;

* Flacidez em vulva;

* Flatus (pum) vaginal;

* Menopausa – melhora das queixas na região vulvar e vagina;

* Pacientes oncológicos em geral, e principalmente, com ou pós-tratamento de Câncer de Mama  com ressecamento, dor, ardência e fissura vaginal.

É um tratamento de alto padrão e alta performance aliada ao conforto, totalmente indolor e que sem downtime, permitindo que a mulher

Dry Needling ou Agulhamento Seco

Jaqueline Ribeiro

Fisioterapeuta
CREFITO 32 9921-F
Formada pelo ISECENSA

Jaqueline Ribeiro

Fisioterapeuta
CREFITO 32 9921-F
Formada pelo ISECENSA

Quando fui convidada para escrever uma matéria pra essa revista, logo me veio em mente falar sobre um assunto que faz parte do dia a dia de muitos trabalhadores de todos os seguimentos, a dor muscular. Motivo principal pelo qual a maioria dos meus pacientes me procuram. Pensando nisso, nada melhor que falar sobre uma técnica ao qual poucos ainda conhecem, mas que têm trazido enormes benefícios, até mesmo, imediato pós-sessão da aplicação da técnica. Então, precisamos falar de tudo que traz alívio e bem-estar ao ser humano. E hoje falarei um pouco sobre essa eficiente técnica do agulhamento a seco.

Agulhamento seco é um tratamento que envolve uma agulha muito fina sendo inserida através da pele, a fim de inativar um ponto gatilho muscular, buscando alívio de dores. 

O agulhamento seco (ou dry needling) de pontos gatilho é um procedimento invasivo em que uma agulha fina ou agulha de acupuntura é inserida na pele e no músculo.

Destina-se a inativar e tratar pontos gatilho miofasciais que são pontos hiper-irritáveis no músculo esquelético que estão associados a um nódulo palpável hipersensível em uma faixa tensa.

O agulhamento seco do ponto gatilho pode ser realizado em nível de tecido superficial ou profundo, trazendo alívio de dor.

Qual o objetivo do dry needling?

A técnica de agulhamento seco visa especificamente os pontos gatilho miofasciais. Acredita-se que eles sejam devidos a uma liberação excessiva de acetilcolina de placas motoras musculares.

Estes ponto-gatilho (ou seja, geradores de dores musculares) podem ser divididos em pontos gatilho miofasciais Ativos e Latentes.

* Pontos gatilho ativos: Podem desencadear espontaneamente a dor local ou referida. Eles causam fraqueza muscular, restrição de movimento e fenômenos autonômicos.

* Pontos gatilho latentes: Não causam dor a menos que sejam estimulados. Eles podem alterar os padrões de ativação muscular e contribuir para diminuição de amplitude de movimento.

Efeitos mecânicos do dry needling

O agulhamento a seco remove os sinais de dor dos pontos de gatilho, melhora os níveis de acetilcolina

Bem-estar animal

Dr. Marcelo Maeda Bernardo

Médico Veterinário
CRMV-RJ 7097
Formado pela UENF
Atuação em clínica, anestesia, cirugia e saúde pública.

Dr. Marcelo Maeda Bernardo

Médico Veterinário
CRMV-RJ 7097
Formado pela UENF
Atuação em clínica, anestesia, cirugia e saúde pública.

A cada dia do nosso caminhar como sociedade, progredimos no propósito de harmonizar nossa consciência quanto aos cuidados com nosso planeta e com os seres que nela habitam.

Cada vez mais, reconhecemos como concreta a necessidade de equilibrar nossas ações com o propósito de minimizar os efeitos deletérios do ser humano no meio ambiente.

O meio ambiente tem uma composição complexa, e interdependente de todos os seres, e não distante disso, temos a relação do ser humano com os animais.

Quando falamos em bem-estar animal, precisamos salientar que essas ações têm o propósito tanto de promover qualidade de vida para estes, mas também, um papel em saúde pública, pois sem bem-estar, não é possível atender os requisitos necessários de qualificação, até mesmo, em produção no que diz respeito a valores sanitários.

Atualmente, sofremos mudanças na lei 9605/98 de 12 de fevereiro 1998. Na data de 29 de setembro de 2020, onde estabelece o aumento das penas cominadas ao crime de maus tratos aos animais, quando se tratar de cão ou gato, levando de 2 a 5 anos de reclusão.

Hoje, no município de Campos dos Goytacazes, já observamos uma mudança na perspectiva do senso comum, pois já evidenciamos prisões de pessoas que praticaram essa contravenção.

Portanto, podemos concluir que os cuidados com o bem-estar animal são fundamentais para garantir que os animais vivam vidas saudáveis e livres de sofrimento. São responsabilidades compartilhadas por indivíduos, comunidades e governos. Alguns princípios essenciais para promover o bem-estar animal incluem:

* Adequada alimentação: fornecer dieta balanceada e nutritiva;

* Ambiente adequado: oferecer espaços limpos e seguros para abrigar os animais;

* Cuidados veterinários: garantir cuidados de saúde regulares, incluindo vacinações e tratamento de doenças;

* Exercício e enriquecimento: proporcionar atividades e estímulos mentais para prevenir o tédio e o estresse;

* Comportamento natural: respeitar as necessidades comportamentais inatas dos animais;

* Prevenção

Vias aéreas unidas

Dr. Frederico Cesário

Otorrinolaringologista
CRM 52 67317-0
Especialização em
otorrinolaringologia na UNIRIO.

Dr. Frederico Cesário

Otorrinolaringologista
CRM 52 67317-0
Especialização em
otorrinolaringologia na UNIRIO.

Nariz escorrendo, chiado no peito e falta de ar são sintomas comuns de crianças que sofrem com problemas respiratórios alérgicos, cujos principais vilões têm nomes: asma e rinite.

A rinite é uma inflamação da vias aéreas superiores, isto é, nariz e garganta, e a asma abrange as vias aéreas inferiores, como os brônquios. São inflamações que, normalmente, estão interligadas; a rinite alérgica é fator importante de desencadeamento da asma.

Pessoas que têm rinite alérgica apresentam três vezes mais riscos de desenvolver asma e cerca de 80% das pessoas que sofrem de asma, também têm rinite. A asma é uma alergia respiratória frequente na infância, sendo comum que a primeira crise apareça antes dos quatro anos de idade.

A asma pode surgir de várias maneiras: pode ser a partir de uma reação alérgica, emocional, infecções, sinusite e até refluxo esofágico. Já a rinite tem quase sempre sua origem alérgica. Em crianças pequenas, as vias respiratórias são estreitas e delicadas, estando mais sensíveis aos agressores do ambiente.

Infelizmente, a asma e a rinite não têm cura, embora possam ser controladas e minimizadas a partir de tratamento adequado com base no uso de corticóides inalatórios (as famosas bombinhas), além do controle ambiental para evitar o contato das crianças com os agentes desencadeantes das alergias.

As alergias respiratórias acontecem quando o organismo da criança responde de modo exagerado aos estímulos externos, como: poeira; ácaros; pelos de animais; cheiros fortes; ar frio ou poluição…

Os sintomas da rinite são:

O nariz entupido (obstrução nasal) e escorrendo (coriza), podendo estar acompanhado de espirros, coceira no nariz e olhos e lacrimejamento.

A asma tem como sintomas:

Falta de ar; tosse; chiado no peito; cansaço; falta de apetite.

Essas inflamações aparecem mais em quedas acentuadas de temperatura e quando o ar está seco. Não é à toa que no inverno, as inflamações são mais frequentes, sendo que esses fatores ajudam a abaixar a resistência do corpo. Ambientes

Desnutrição invisível

Desnutrição invisível

Sâmia Luiza Gomes da Silva

Nutricionista
CRN 18101868/P

A fome oculta, também conhecida como desnutrição invisível, é um problema global que afeta milhões de pessoas, mesmo quando elas têm acesso a alimentos suficientes. Diferentemente da desnutrição crônica, que é facilmente identificada pela magreza, à fome oculta não é tão visível externamente, mas, suas consequências podem ser igualmente devastadoras.

Essa forma de desnutrição ocorre quando o corpo não recebe os nutrientes essenciais em quantidade adequada, mesmo que a pessoa esteja ingerindo calorias suficientes. Isso pode acontecer devido a uma dieta desequilibrada, pobre em vitaminas e minerais essenciais, como:

* Ferro;

* Vitamina A;

* Zinco;

* Ácido fólico…

A fome oculta é especialmente prevalente em populações de baixa renda, onde o acesso a alimentos nutritivos é limitado, mas pode afetar qualquer classe social, inclusive em pessoas obesas que ingerem alimentos industrializados com alto teor calórico e de baixa qualidade.

As consequências da fome oculta são variadas e abrangem desde problemas de saúde até questões socioeconômicas. Deficiências de ferro podem levar à anemia, resultando em fadiga e fraqueza. A falta de vitamina A pode comprometer a imunidade e a saúde ocular. Já a carência de zinco pode afetar o crescimento e desenvolvimento infantil, além da função imunológica.

Combater a fome oculta requer esforços coordenados de governos, organizações não governamentais e setor privado. Programas de fortificação de alimentos, como enriquecimento de farinhas com nutrientes essenciais, são uma abordagem eficaz para fornecer nutrientes importantes em áreas de difícil acesso. Além disso, é fundamental promover educação nutricional para conscientizar as pessoas sobre a importância de uma dieta equilibrada.

Em conclusão, a fome oculta é um desafio silencioso que afeta a saúde e o bem-estar de milhões de pessoas em todo o mundo. Reconhecer a sua existência e tomar medidas para combatê-la é crucial para garantir uma população saudável e produtiva. Através de esforços conjuntos, podemos minimizar os efeitos da fome oculta e proporcionar uma vida melhor para todos.

Quando as coronárias gritam em silêncio

Dr. Rafael Chácar Lima

Cardiologista
CRM 52 90424-4
Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia

Dr. Rafael Chácar Lima

Cardiologista
CRM 52 90424-4
Membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia

Sabidamente, a dor torácica é uma das causas mais comuns de visitas às emergências e consultórios médicos. Estima-se que no Brasil, 4 milhões de pacientes são atendidos com essa queixa, podendo de 2 a 3% serem liberados sem o diagnóstico correto de infarto agudo do miocárdio. Mas devemos saber que nem sempre esse tipo de dor poderá estar relacionada a doenças do coração propriamente ditas, e cabe ao médico através de uma história clínica minuciosa, investigar e classificar quanto ao tipo de dor. Através da anamnese conseguimos classificar quanto à probabilidade do tipo da dor ser de origem coronariana (anginosa) ou não.

* Dor tipo A: definitivamente anginosa;

* Dor tipo B: provavelmente anginosa;

* Dor tipo C: provavelmente não anginosa.

* Dor tipo D: definitivamente não anginosa.

Essa classificação é muito importante, pois faz total diferença no seguimento e acompanhamento do paciente. A dor torácica é um importante sintoma e deve ser investigada de forma racional e por um especialista. Então como proceder? Quais exames devemos fazer? A quem devo procurar? Como é um assunto de grande importância, sugiro que acompanhe esta leitura, que traz um alerta: e quando a dor torácica é atípica?

No início da matéria, mostrei o cenário e classifiquei o tipo de dor torácica / dor no peito torácica. Mas agora convido ao caro leito a entender a indagação proposta:

* Posso infartar sem dor? A resposta é sim! Infelizmente, uma dos principais métodos que auxiliam ao médico diante de um cenário de urgência ou emergência médica, o eletrocardiograma, pode ser interpretado corretamente por apenas 34% de médicos. Essa fonte está em um estudo com candidatos à residência médica na USP, publicado na revista da sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em 2020. Assim, um paciente pode ser atendido, e mesmo que ressalte seus principais fatores de risco cardiovasculares tais como: hipertensão, diabetes, tabagismo, dislipidemia, sedentarismo, história familiar…detalhes eletrocrdiográficos ou no

Será que preciso de um psicólogo?

Vivian de Azevedo Cordeiro de Sá

Psicóloga
CRP: 05/42054
Formada pelo ISECENSA
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo ISECENSA

Vivian de Azevedo Cordeiro de Sá

Psicóloga
CRP: 05/42054
Formada pelo ISECENSA
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo ISECENSA

Muitas pessoas não têm interesse em cultivar plantas, nem se quer para complementação de sua alimentação ou produção de temperos naturais.

Mas por outro lado, alguns de nós, somos seres humanos fascinados em cultivar vegetais, sejam eles de jardim, medicinais, espécies nativas, exóticas ou alimentares.

Incontestavelmente, no período de restrição social, pessoas se dedicaram a diferentes atividades, como forma de ocupação e socialização.

É nesse momento, que percebemos que o movimento da agricultura urbana, começa a se popularizar nas diferentes camadas da sociedade.

Numerosos sites de horticultura e paisagismo ensinam como cultivar e colher diversas espécies de diferentes interesses, bem como produzir os adubos orgânicos produzidos pela técnica conhecida como compostagem e diversos cuidados no controle das pragas e doenças frequentes que podem ocorrer. Há também uma enorme diversidade de vasos comprados ou reciclados, jardineiras, cultivos verticais para muros e paredes, sistemas de irrigação caseiros e outros inúmeros recursos.

O mais importante é percebermos qual arranjo é o mais adaptável para cada situação, e se teremos condições de manter em dia, os cuidados sem os quais nada se consegue obter.

Para tanto, é importante reconhecermos que temos que organizar um tempo mínimo para satisfazermos as exigências das plantas para que possamos desfrutar do que esperamos.
Outro detalhe que devemos ficar atentos, é que nem tudo que brilha na internet é ouro. Existem inúmeras pessoas com informação superficial demais para tentar passar técnicas que dependem de um conhecimento mais aprofundado.
Por isso, é bom nos certificarmos bem antes de seguir qualquer manual, sem antes fazer uma pequena busca de resultados, e dar preferência a informações de Órgãos Oficiais como: PESAGRO, EMBRAPA, EMATER, Universidades e Organizações afins.

Observando agora, a Agricultura Urbana por outra ótica, temos a oportunidade de melhorar as relações pessoais, separando um tempo para cuidar juntos das plantas com as pessoas próximas de nós criando ou melhorando

Agricultura Urbana

Guilherme de Sá Santos

Engenheiro Agrônomo
CREA 2003103285
Graduação na UFES
GR Argrária – Unidade de Tratamento de Residuos Orgânicos

Guilherme de Sá Santos

Engenheiro Agrônomo CREA 2003103285 Graduação na UFES GR Argrária – Unidade de Tratamento de Residuos Orgânicos

Muitas pessoas não têm interesse em cultivar plantas, nem se quer para complementação de sua alimentação ou produção de temperos naturais.

Mas por outro lado, alguns de nós, somos seres humanos fascinados em cultivar vegetais, sejam eles de jardim, medicinais, espécies nativas, exóticas ou alimentares.

Incontestavelmente, no período de restrição social, pessoas se dedicaram a diferentes atividades, como forma de ocupação e socialização.

É nesse momento, que percebemos que o movimento da agricultura urbana, começa a se popularizar nas diferentes camadas da sociedade.

Numerosos sites de horticultura e paisagismo ensinam como cultivar e colher diversas espécies de diferentes interesses, bem como produzir os adubos orgânicos produzidos pela técnica conhecida como compostagem e diversos cuidados no controle das pragas e doenças frequentes que podem ocorrer. Há também uma enorme diversidade de vasos comprados ou reciclados, jardineiras, cultivos verticais para muros e paredes, sistemas de irrigação caseiros e outros inúmeros recursos.

O mais importante é percebermos qual arranjo é o mais adaptável para cada situação, e se teremos condições de manter em dia, os cuidados sem os quais nada se consegue obter.

Para tanto, é importante reconhecermos que temos que organizar um tempo mínimo para satisfazermos as exigências das plantas para que possamos desfrutar do que esperamos.
Outro detalhe que devemos ficar atentos, é que nem tudo que brilha na internet é ouro. Existem inúmeras pessoas com informação superficial demais para tentar passar técnicas que dependem de um conhecimento mais aprofundado.
Por isso, é bom nos certificarmos bem antes de seguir qualquer manual, sem antes fazer uma pequena busca de resultados, e dar preferência a informações de Órgãos Oficiais como: PESAGRO, EMBRAPA, EMATER, Universidades e Organizações afins.

Observando agora, a Agricultura Urbana por outra ótica, temos a oportunidade de melhorar as relações pessoais, separando um tempo para cuidar juntos das plantas com as pessoas próximas de nós criando