Vivian de Azevedo Cordeiro de Sá

Psicóloga
CRP: 05/42054
Formada pelo ISECENSA
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo ISECENSA

Vivian de Azevedo Cordeiro de Sá

Psicóloga
CRP: 05/42054
Formada pelo ISECENSA
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo ISECENSA

Muitas pessoas não têm interesse em cultivar plantas, nem se quer para complementação de sua alimentação ou produção de temperos naturais.

Mas por outro lado, alguns de nós, somos seres humanos fascinados em cultivar vegetais, sejam eles de jardim, medicinais, espécies nativas, exóticas ou alimentares.

Incontestavelmente, no período de restrição social, pessoas se dedicaram a diferentes atividades, como forma de ocupação e socialização.

É nesse momento, que percebemos que o movimento da agricultura urbana, começa a se popularizar nas diferentes camadas da sociedade.

Numerosos sites de horticultura e paisagismo ensinam como cultivar e colher diversas espécies de diferentes interesses, bem como produzir os adubos orgânicos produzidos pela técnica conhecida como compostagem e diversos cuidados no controle das pragas e doenças frequentes que podem ocorrer. Há também uma enorme diversidade de vasos comprados ou reciclados, jardineiras, cultivos verticais para muros e paredes, sistemas de irrigação caseiros e outros inúmeros recursos.

O mais importante é percebermos qual arranjo é o mais adaptável para cada situação, e se teremos condições de manter em dia, os cuidados sem os quais nada se consegue obter.

Para tanto, é importante reconhecermos que temos que organizar um tempo mínimo para satisfazermos as exigências das plantas para que possamos desfrutar do que esperamos.
Outro detalhe que devemos ficar atentos, é que nem tudo que brilha na internet é ouro. Existem inúmeras pessoas com informação superficial demais para tentar passar técnicas que dependem de um conhecimento mais aprofundado.
Por isso, é bom nos certificarmos bem antes de seguir qualquer manual, sem antes fazer uma pequena busca de resultados, e dar preferência a informações de Órgãos Oficiais como: PESAGRO, EMBRAPA, EMATER, Universidades e Organizações afins.

Observando agora, a Agricultura Urbana por outra ótica, temos a oportunidade de melhorar as relações pessoais, separando um tempo para cuidar juntos das plantas com as pessoas próximas de nós criando ou melhorando o clima de socialização. Será recompensante, além de colher, observar a evolução do manejo, ensinar aos mais novos uma prática saudável e alternativa, que não precisa ser feita de forma forçada ou sofrida, e sim, transmitida no momento adequado, e de forma suave.

Ainda do ponto de vista pessoal, não se pode negar o sabor de uma hortaliça, verdura, raiz, tempero ou fruta colhidos de forma natural e com a certeza de que pelo menos esta pequena porção colhida, está totalmente livre de venenos e hormônios sintéticos.

O incentivo aos mais novos a se alimentarem do que cultivaram, funciona muito bem para inserir alguns alimentos novos e saudáveis à sua alimentação nesta fase importante de sua formação.
Desde pequenas varandas a quintais maiores ou chácaras, diversos são os arranjos que podem funcionar bem para cada realidade. Isso vai depender de um pequeno planejamento e pesquisas, levando em consideração sempre, a sua capacidade de cuidar.

Um arranjo que funciona de forma criativa e sociável, é se associar-se a um ou mais vizinhos ou amigos, onde cada um cultiva com sobra, as plantas que têm mais facilidade, de forma que os produtos possam ser compartilhados, aumentando a diversidade de alimentos produzidos.

Chácaras possuem o potencial maior para fruteiras. Quintais são mais aptos ao cultivo de verduras e hortaliças, enquanto pequenos quintais, varandas e sacadas podem produzir temperos e todos desfrutarem juntos.

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