EVITE RISCOS NO IMPLANTE DENTÁRIO

Dra. Giselly Hentzy

Dentista e Radiologista
CRO 36 857
Formada pela UNIFLU
Especialista em radiologia pela São Leopoldo Mandic/RJ
Mestranda em diagnóstico por imagem na USP

Dra. Luize Lança 

Dentista e Radiologista
CRO 36 857
Formada pela UNIFLU
Especialista em radiologia pela São Leopoldo Mandic/RJ
Mestranda em diagnóstico por imagem na USP

A busca por um sorriso perfeito e funcional tem levado cada vez mais pessoas a optarem por implantes dentários. Esses procedimentos, que substituem dentes perdidos pelos implantes, devolvem confiança e qualidade de vida aos pacientes. No entanto, a segurança e o sucesso de um implante dependem de uma etapa crucial do planejamento: a avaliação radiológica, na qual a tomografia computadorizada cone beam desempenha um papel indispensável.

Radiografias convencionais, como a Panorâmica ou a Periapical, são amplamente utilizadas em odontologia, mas, possuem limitações importantes. Por terem duas dimensões, essas imagens não oferecem uma visão completa das estruturas anatômicas. Em um implante dentário, isso pode significar riscos graves, como a impossibilidade de identificar nervos, artérias ou outras estruturas importantes que podem estar sobrepostas na imagem. Por exemplo, o nervo alveolar inferior, que passa dentro da mandíbula, pode ser lesionado durante o procedimento, levando à perda de sensibilidade, ou até mesmo, de movimento em regiões da face. Além disso, caso uma artéria volumosa seja atingida, pode ocorrer hemorragia, gerando riscos graves ao paciente.

Outro ponto crítico é a proximidade com o seio maxilar, uma cavidade localizada na face, na região superior da boca. Implantes posicionados sem o devido conhecimento do espaço podem perfurar o seio, causando infecções ou complicações crônicas. Sem uma visão completa e precisa, o dentista também pode subestimar a espessura do osso

ENTREVISTA – Nº116

Dr. Maurício Lobo Escocard

Psiquiatra | Neurologia Pediátrica | Medicina do Sono
CRM 52 28851-3

 

Com quase 50 anos de profissão, tendo se tornado um dos mais respeitados nomes da psiquiatria em Campos dos Goytacazes (RJ) e na região norte fluminense, Dr. Maurício Lobo Escocard – médico psiquiatra e neurologista, formado pela Faculdade de Medicina de Campos (FMC), com internato em psiquiatria no Hospital Federal do Andaraí e residência em neurologia pediátrica, pela Divisão Nacional de Saúde Mental, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduado em neurologia, professor titular da cadeira de psiquiatria da FMC e membro titular das Sociedades Brasileiras de Psiquiatria, Neurofisiologia e Medicina do Sono – conta um pouco de sua trajetória pessoal e profissional, conforme acompanhamos a seguir.

SP – Como a medicina entrou em sua vida?

MLE – A medicina entrou na minha vida, meio que por acaso. Desde novo, tive muita facilidade com línguas estrangeiras, o que me levou, inclusive a ter como um dos meus primeiros trabalhos, ser professor de inglês. A partir daí, olhava com muito carinho para a carreira diplomática e, desde os tempos de Liceu de Humanidades de Campos, isso parecia cada vez mais forte. Aliás, o Liceu me ensinou a ver o mundo de outra maneira, não era só uma escola de educação regular, mas, uma escola da vida. Na mesma classe havia colegas abastados, dividindo o mesmo espaço com colegas muito humildes, por exemplo. Isso nos colocava em um mesmo patamar social, de igualdade e permitindo que todos tivéssemos as mesmas oportunidades.

SP – Mas o que o fez mudar da diplomacia para a medicina?

MLE – No período em que eu estava para tomar as decisões que dariam rumo à minha vida, alguns acontecimentos me fizeram mudar o trajeto como, por exemplo: a época do governo militar, a mudança da capital do país, junto com o fato de conhecer a minha então namorada, hoje, minha companheira de uma vida, entre outras razões. Minha esposa, Tânia, teve uma forte participação nas minhas decisões, ainda que indiretamente. Além de eu ter passado por episódios

PodCast SaúdePress

Podcast Saúde Press

UMA FASE IMPORTANTE DA MULHER: A MENOPAUSA

Dra. Giselly Hentzy

Endocrinologista
CRM 52 85912-5
Formada pela FMC
Residência médica no Hospital Federal da Lagoa/RJ

Dra. Giselly Hentzy

Endocrinologista
CRM 52 85912-5
Formada pela FMC
Residência médica no Hospital Federal da Lagoa/RJ

A menopausa é o nome dado a última menstruação. Ela faz parte de uma fase complexa denominada climatério, que é o período que os ovários perdem, progressivamente, sua capacidade de produção hormonal e ovulação. O climatério ocorre entre, aproximadamente, 40 e 65 anos de idade. a menopausa ocorre, em média, aos 50 anos.

O primeiro período do climatério é denominado transição menopáusica e já pode se iniciar a partir dos 40 anos. Por isso, a importância da mulher já iniciar um acompanhamento nesta fase. Este acompanhamento pode ser feito por ginecologista ou endocrinologista. A transição menopáusica é marcada por ciclos menstruais mais longos ainda com ovulação, ou seja, a mulher ainda pode engravidar.

Alterações hormonais já são detectadas nesta fase e, neste momento, a mulher pode se beneficiar da reposição com progestógeno. Alguns sintomas já iniciam nesta fase.

O primeiro hormônio que reduz no climatério é a progesterona, por isso é importante identificarmos em qual fase a mulher se encontra. Nesta fase pode ser suficiente a reposição de progestógeno, que pode ser através de anticoncepcionais que contém apenas progestógeno ou também pelo Diu de progestógeno.posteriormente, ocorre a redução dos níveis de estradiol.

A menopausa, geralmente, é acompanhada de muitos sintomas, como:

* Fogachos;

* Insônia;

* Depressão;

* Falta de memória;

* Ressecamento vaginal;

* Diminuição da libido;

* Redução da densidade óssea;

* Sintomas urinários;

* Entre outros…

A maioria diagnóstica menopausa quando uma mulher em cerca dos 50 anos fica um ano sem menstruar, porém, é importante afastarmos alguns diagnósticos diferenciais.

Somente no século XX, com o aumento da expectativa de vida da mulher, a terapia de reposição hormonal tornou-se justificável e possível.

Além dos benefícios nos sintomas de fogachos, urogenitais e na densidade mineral óssea, nos anos 90, muitos estudos começaram a demonstrar risco cardiovascular mais baixo em usuárias da terapia hormonal da menopausa.

Os esquemas e tipos de

APNEIA DO SONO, RISCO CARDIOVASCULAR E METABOLISMO

Dr. Frederico Cesário

Otorrinolaringologista
CRM 52 67317-0
Especialização em
otorrinolaringologia na UNIRIO.

Dr. Frederico Cesário

Otorrinolaringologista
CRM 52 67317-0
Especialização em
otorrinolaringologia na UNIRIO.

Vários estudos associam a apneia do sono a problemas como: diabetes tipo 2, derrames, ataques cardíacos e até uma expectativa de vida mais curta. Por que essa conexão? Primeiro, a obesidade é fator comum nesses pacientes o que aumenta, significativamente, os riscos dos problemas apresentados. Na maioria dos casos, a obesidade é a principal culpada por ambas as condições.

Ainda assim, é importante observar que nem todas as pessoas com apneia do sono são obesas e evidências sugerem uma ligação independente com a diabetes. Hoje, observa-se que a apneia do sono pode aumentar os níveis de açúcar no sangue, sem relação exclusiva com a obesidade.

Para pessoas com sobrepeso ou obesas, a perda de peso é fundamental, uma vez que acúmulos de gordura no pescoço, na língua e na parte superior da barriga tornam as pessoas especialmente vulneráveis ​​à apneia do sono. Já que esse peso reduz o diâmetro da garganta e pressiona os pulmões, contribuindo para o colapso das vias aéreas durante o sono.

As mulheres, em particular, devem ter cuidado à medida que envelhecem. Antes da menopausa, mulheres tendem a ganhar peso nos quadris e na parte inferior do corpo. Com o tempo, isso muda e o peso começa a se acumular em áreas tradicionalmente “masculinas”, como a barriga, aumentando as chances de apneia do sono.

Após a menopausa, com a mudança dos hormônios, os ganhos de pessoas assemelham-se aos dos homens, fazendo com que comecem a alcançar as mesmas taxas de apneia masculina. O tratamento é importante, para evitar consequências a longo prazo para a saúde. Embora sejam raras as mortes relacionadas à apneia do sono, o verdadeiro risco advém dos danos causados ​​ao longo do tempo.

A apneia obstrutiva do sono pode variar de leve a grave, com base em um sistema de medição chamado índice de apneia-hipopneia (IAH). O IAH mede o número de pausas respiratórias por hora de sono. A apneia

ESCASSEZ DA ÁGUA DOCE

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Vários cientistas vêm advertindo que as águas doces das geleiras e dos continentes estão fluindo para o mar, cujo nível se eleva progressivamente. Estudo recente efetuado por um grupo de cientistas liderados por (Ki-Weon Seo e publicado na revista “Science”) mostra que os continentes perderam água abruptamente entre 2000 e 2003. Operou-se acentuada queda no volume médio de rios e lagos, assim como no lençol freático. A perda foi orçada em 20 milímetros, enquanto os oceanos elevaram-se em 4,4 milímetros.

A Groenlândia que Trump anuncia recorrentemente anexar por razões geopolíticas perdeu 900 bilhões de toneladas de água nos anos citados, enquanto os continentes perderam 1,6 trilhão de toneladas. A perda de água no aquífero Guarani, o segundo do mundo, vem se acentuando conforme estudos da Universidade Estadual Paulista. A retirada para consumo público e irrigação não está sendo reposta pelas chuvas devido à rapidez da retirada. Até mesmo o eixo de rotação da Terra foi afetado por esse desequilíbrio. É a chamada oscilação de Chandler.

Mas o que está acontecendo? Trata-se de um fenômeno natural ou provocado por ação da economia de mercado? Embora os cientistas não tenham chegado ainda a uma explicação clara, pode-se pensar, primeiramente, no descomunal processo de drenagem em todos os continentes. Essa drenagem jogou ao mar água doce acumulada em rios e lagos. Contudo, não se sabe que um elemento mineral pode apenas ter seu volume transformado e não esgotado? Por esse raciocínio, pode-se concluir que a água doce corra para os oceanos, seja evaporada (mesmo nos continentes), transforme-se em chuva e se precipite novamente nos continentes e no mar.

Acontece que, ao retornar aos continentes na forma de chuva, a água doce não encontre mais reservatórios naturais e não tenha tempo de se infiltrar no lençol freático. Rapidamente, ela escoa para o mar ou é evaporada. A parte que fica sofre poluição por esgoto e por resíduos físicos e químicos.

A divisão, assim, é clara: muita

VARIAÇÕES CLIMÁTICAS

Dra. Flávia de Freitas Ribeiro

Médica Pediatra
CRM 52 92522-5
Formada pela FMC
Residência em pediatria no HMSA/RJ
Pós-graduanda em psiquiatria da infância e adolescente

Dra. Flávia de Freitas Ribeiro

Médica Pediatra
CRM 52 92522-5
Formada pela FMC
Residência em pediatria no HMSA/RJ
Pós-graduanda em psiquiatria da infância e adolescente

Com a chegada do inverno, as variações climáticas e a redução da umidade do ar criam um ambiente propício para o aumento de doenças respiratórias em crianças, como: gripe, resfriado, sinusite, otite, pneumonia, entre outras. 

Para tentar prevenir é importante seguir algumas dicas:
* Ambientes ventilados;

* Higiene…

Manter os ambientes domésticos bem ventilados é fundamental para evitar a proliferação de agentes infecciosos, pois fechados facilitam a disseminação de vírus e bactérias, por isso é importante manter, sempre que possível, as janelas abertas. Além disso, a higiene adequada das mãos é fundamental. Ensine as crianças a lavar as mãos regularmente, especialmente, antes das refeições e após tossir ou espirrar.

Hidratação e alimentação balanceada

A hidratação constante mantém as mucosas das vias respiratórias úmidas, dificultando a entrada de micro-organismos. Oferecer água, sucos naturais e chás adequados para a idade da criança, é o mais indicado. Uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes também fortalecem o sistema imunológico. Alimentos ricos em vitamina C, como: laranja, acerola e kiwi, são aliados na prevenção de doenças.

Vacinação em dia

Manter o calendário vacinal atualizado é uma das formas mais eficazes de prevenção. Vacinas, como a da gripe, são essenciais para reduzir o risco de infecções mais graves. A imunização protege não só a criança, mas também, impede a propagação de doenças na comunidade.

Higiene do sono e roupas adequadas

Garantir que as crianças tenham uma rotina de sono adequada contribui para a recuperação e fortalecimento do organismo. O descanso é muito importante para a saúde infantil! Com a queda das temperaturas, é indicado que as crianças sejam vestidas com roupas apropriadas, evitando tanto o frio excessivo quanto o superaquecimento. Recomenda-se vestir camadas de roupas, que podem ser ajustadas conforme a necessidade.

Atenção aos Primeiros Sintomas

Ao perceber os primeiros

VIVENDO MELHOR

VIVENDO MELHOR

Marissol Rios

Nutricionista & Psicóloga
CRN 3 55580
Formada na USCS/SP
Pós Graduada em Nutrição do Esporte e Estética – Plenitude Educação/SP

ALIMENTAÇÃO E TREINO DE ACORDO COM AS FASES DO CICLO MENSTRUAL

Você sabia que seu ciclo menstrual impacta diretamente no seu peso, humor, fome e até na performance nos treinos? Se você já teve a sensação de que seu corpo “muda” ao longo do mês, saiba que isso tem explicação na ciência. O ciclo menstrual feminino é dividido em quatro fases principais, cada uma marcada por oscilações hormonais que influenciam diretamente seu metabolismo, disposição física e necessidades nutricionais. Entender essas fases e adaptar sua rotina é essencial para evitar frustrações, prevenir exageros e conquistar resultados de forma mais leve e eficaz.

* Fase Menstrual (dias 1 a 5):

É quando ocorre a menstruação. Os níveis de estrogênio e progesterona estão baixos, o que pode gerar queda de energia, cólicas, sensibilidade emocional e maior vontade de consumir doces. Nessa fase, o ideal é priorizar alimentos anti-inflamatórios, ricos em magnésio e ômega-3, como: abacate, salmão, sementes de abóbora e vegetais verde-escuros. Nos treinos, respeite seu ritmo. Atividades mais leves como: caminhadas, alongamentos, yoga ou treinos de menor intensidade são bem-vindos.

* Fase Folicular (dias 6 a 14):

Após a menstruação, o corpo começa a se preparar para uma possível ovulação. Os níveis de estrogênio começam a subir, trazendo mais disposição, bom humor e energia. O metabolismo pode ficar um pouco mais lento, mas o apetite tende a ser menor. É um excelente momento para investir em treinos mais intensos, como musculação com carga, HIIT ou corridas. A alimentação pode ser mais leve e rica em vegetais, frutas, proteínas magras e cereais integrais. Aproveite essa fase para ganhar performance e construir hábitos saudáveis.

* Fase Ovulatória (dias 14 a 16):

Essa é a fase em que o estrogênio atinge o pico e há um aumento na testosterona, o que favorece o desempenho físico e a força muscular. É a fase em que a mulher costuma se sentir mais confiante, sociável e com maior libido. Nos treinos, é

QUEM SABE FAZ À HORA NÃO ESPERA ACONTECER

Evaldo Rodrigues A. Jr

Psicanalista Clínico
SBP 1700 0073
Pós-graduação em Psicanálise e Análise do Contemporâneo na PUC/RS

Evaldo Rodrigues A. Jr

Psicanalista Clínico
SBP 1700 0073
Pós-graduação em Psicanálise e Análise do Contemporâneo na PUC/RS

A expressão na nossa época era bem melhor! Este mundo de hoje está muito pior do que o que vivemos na infância são frases comuns e muito usadas pelos nossos pais, avós, bizavós…será que isso é só um saudosismo ou reflete pontos a serem considerados?

Historicamente, o homem se organizou e se criou em diversos sistemas diferentes, sistemas estes; políticos, econômicos, sociais, culturais e religiosos, etc…

Tivemos o tempo da completa hegemonia dos colonizadores que trouxeram a dizimação de povos primários, a escravidão dos negros, o desrespeito completo aos direitos da mulher. Os assassinatos não só de pessoas, mas também, de culturas, crenças religiosas…ou seja uma verdadeira selvageria dos mais fortes. Olhando por este aspecto, os tempos de ontem foram muito pior do que o de hoje. A questão que nos parece importante é que tudo isso acontecia de forma tão natural que não havia motivo para se denunciar.

Os conhecimentos foram se democratizando, as leis foram se adequando (lei do ventre livre, lei áurea, lei Maria da Penha, lei de proteção às crianças e aos idosos, etc…) e os mais fracos foram recebendo mais segurança. Os meios de comunicação foram se empoderando e denunciando em tempo real. Mas ainda há de se dizer: tem muita coisa errada acontecendo e que precisa ser discutida e corrigida.

Porém, do tempo da opressão total para os dias de hoje, onde a cultura do neoliberalismo patrocinada pela capital do poder houve um salto de extremos muito ruim. Pulamos do autoritarismo para um liberalismo exagerado. Ontem vivíamos uma estrutura vertical de respeito aos mais velhos, aos pais, professores, às religiões…hoje vivemos num mundo de relações horizontais onde filhos tiranizam pais, os professores são desrespeitados, e a própria religião questionada nas suas doutrinas. As teclas digitais de um celular empoderam e qualquer um se sente à vontade para escrever sobre tudo na

JOVENS & REDES SOCIAS & SAÚDE MENTAL & ESCOLAS

Vivian Cordeiro de Sá

Psicóloga
CRP 05/42054
Neuropsicologia pela UNIG
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo ISECENSA

Vivian Cordeiro de Sá

Psicóloga
CRP 05/42054
Neuropsicologia pela UNIG
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental pelo ISECENSA

Nos últimos anos, as plataformas sociais se integraram à rotina dos jovens, influenciando a comunicação e a formação da identidade. O acesso constante às plataformas digitais promove ligações imediatas e o compartilhamento de momentos, mas levanta receios, sobretudo, quanto à saúde mental.

A exposição contínua a materiais idealizados nas redes pode levar à deturpação da imagem que os jovens têm de si. Imagens retocadas e vidas aparentemente perfeitas estabelecem padrões ilusórios de beleza e sucesso, fomentando comparações nocivas. Esse quadro se associa a problemas como: ansiedade, insegurança e depressão, prejudicando o bem-estar emocional dos jovens.

Além dos efeitos psicológicos, o uso descomedido das redes compromete a concentração e o aprendizado. A busca por conexão constante reduz a capacidade de atenção, dificulta a assimilação do conteúdo acadêmico e impactando no desempenho escolar. Os dispositivos móveis, que poderiam ser ferramentas de apoio, acabam gerando distrações constantes.

Para lidar com esses desafios, as escolas buscam implementar medidas para mitigar os impactos negativos das redes sociais. Uma das iniciativas notáveis é a proibição do uso de celulares nas escolas, com o objetivo de melhorar o ambiente escolar e incentivar interações presenciais saudáveis.

Essa medida visa diminuir distrações, ampliar o envolvimento dos alunos nas atividades pedagógicas, promovendo uma maior participação dos estudantes, que interagem mais com os colegas e desenvolvem habilidades sociais essenciais. A ausência de celulares promove um aprendizado mais focado, intensificando e fortalecendo a dinâmica das aulas.

O distanciamento das redes sociais durante o período escolar também favorece a saúde mental dos jovens, diminuindo a exposição a conteúdos danosos e a busca por validação através de curtidas e comentários. Dessa forma, os alunos começam a desenvolver uma relação mais equilibrada com a tecnologia, reconhecendo sua importância sem comprometer sua autoestima e bem-estar.

A restrição dos dispositivos móveis também incentiva o aumento das interações face a face. O convívio social sem a interferência digital fortalece os