Conceito Em Voga

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

É consenso na comunidade científica que vivemos numa época geológica posterior à última glaciação, denominada Holoceno. Estima-se que ela começou a 11.700 anos antes do presente. Não se sabe ainda se ela vai durar para ser mesmo considerada uma época ou se é uma fase entre duas glaciações, como aconteceu algumas vezes. Sabe-se que houve oscilações climáticas nessa época, com alternância de fases quentes e frias. No geral, trata-se de uma época com temperaturas tépidas.

Esse aumento de temperatura, logo no início da época, permitiu a domesticação de plantas e animais, com a criação da agricultura e do pastoreio. Essas inovações representam um passo importante para a sedentarização de grupos humanos e para a invenção da roda, da tecelagem, da cestaria, da cerâmica e da metalurgia. Ao mesmo tempo, o sedentarismo favoreceu a acumulação de lixo e a disseminação de doenças transmissíveis porque as pessoas viviam aglomeradas.

Sabe-se também que a criação dos sistemas de escrita, das cidades, da divisão sexual, técnica, social e territorial do trabalho decorre do sedentarismo. O processo de urbanização foi tão rápido que acabou deslocando os centros de poder para as cidades. Em alguns lugares do mundo (Sudeste Asiático, vale do Indo, Grécia, península de Iucatã e ilha de Páscoa principalmente), as sociedades exploraram demasiadamente a natureza e provocaram crises ambientais locais.

Nenhuma delas se equipara à crise iniciada pelo Ocidente a partir do século XV da era cristã. Movidos pela economia de mercado, os ocidentais passaram a considerar os pobres e a natureza como matéria

Febre Alta, Pode Ser Dengue ou Gripe

Dra. Danielle Porto

Pediatra, Neonatologia e Alergia & Imunologia
CRM 52 93161-6
Graduação na Universidade Iguaçu | UNIG
Residência Médica no Hospital Escola Álvaro Alvim

Dra. Danielle Porto

Pediatra, Neonatologia e Alergia & Imunologia
CRM 52 93161-6
Graduação na Universidade Iguaçu | UNIG
Residência Médica no Hospital Escola Álvaro Alvim

Nesse cenário epidemiológico atual, febre alta, pode ser: dengue ou gripe. Você saberia identificar as diferenças entre essas duas doenças?

Febre, dor de cabeça, mal-estar, náuseas, dor no corpo e fraqueza. Esses são alguns sintomas comuns de várias doenças, a exemplo da dengue e da gripe. Essa semelhança atrapalha o diagnóstico. É comum que, nos primeiros dias, o quadro seja diagnosticado como: virose (um termo mais genérico) no pronto-socorro. Conforme o quadro evolui, as diferenças geralmente ficam mais claras, para as equipes médicas e até mesmo para vocês.

Então, como diferenciar as duas enfermidades? Antes, é importante saber que, embora sejam igualmente causadas por vírus, a transmissão dessas doenças ocorre de maneiras diferentes.

A dengue: é causada pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. É um inseto doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por nós. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta, de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, sendo acompanhada a seguir por: dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele.

A gripe: é uma infecção respiratória, causada pelo vírus Influenza, mais comumente transmitido durante o período do outono/inverno. Os sintomas geralmente aparecem de forma repentina, como: febre alta, já acompanhada de: coriza, espirros, dor de garganta, tosse, dores no corpo e dor de cabeça. Geralmente, tem resolução espontânea em aproximadamente sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. As duas são causadas por vírus que derrubam o organismo inteiro. Só que, depois dos primeiros dias de incômodos, a gripe tende a causar uma febre mais alta. Também surgem os sintomas respiratórios:

Fabricio Bastos

Fabricio Bastos

Hanania Mantoanelli Mongin

OAB/RJ 115.772

 

A cirurgia plástica percorreu um longo caminho nas últimas décadas. Hoje é uma forma de tratamento médico amplamente aceita e utilizada tanto para melhorar a aparência física, quanto para tratar condições médicas. Contudo, com a crescente popularidade da cirurgia plástica, é necessário examinar os limites éticos deste procedimento. 

A cirurgia plástica é um procedimento médico que altera ou repara o corpo por razões médicas ou estéticas. Pode ser utilizado para melhorar a aparência física, corrigir os sinais de envelhecimento, ou para tratar circunstâncias na saúde do paciente. Os procedimentos mais comuns incluem: 

* O aumento dos seios;

* Abdominoplastia;

* Reconstrução facial;

* E rinoplastia. 

Juridicamente, há quem defenda que a cirurgia plástica estética, que visa apenas o embelezamento do paciente – é uma obrigação de resultado – isto é, o médico obriga-se a alcançar um resultado específico. 

Não obstante, o entendimento diverso não diferencia as cirurgias plásticas estéticas das demais categorias cirúrgicas, pois em ambos os casos há riscos e intercorrências, variáveis a cada paciente. Assim, o médico assumiria uma obrigação de meio, devendo apenas utilizar todos os meios ao seu alcance para atingir o resultado final. 

Por isso, é importante compreender os limites éticos da cirurgia plástica, a fim de garantir a “segurança do paciente” e “resguardar o médico” em eventual demanda judicial

O cirurgião plástico deve sempre discutir os potenciais riscos e benefícios com o seu paciente antes de realizar o procedimento. É fundamental que o paciente tenha consciência, por exemplo, do risco de infecções ou cicatrizes. 

Para tanto, o cirurgião plástico precisa obter o consentimento informado do seu paciente antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico. Ou seja, o paciente deve ser informado de todos os riscos e benefícios, bem como de quaisquer alternativas possíveis. Além disso, o cirurgião plástico deve manter os registros detalhados do procedimento, incluindo o historial médico do paciente, o procedimento realizado e quaisquer medicações prescritas. 

Em conclusão, é de suma importância compreender as implicações éticas da cirurgia plástica, a fim de garantir não só segurança do paciente, como do próprio médico. O

PMCG (DENGUE)

PMCG (DENGUE)

Hanania Mantoanelli Mongin

OAB/RJ 115.772

 

A cirurgia plástica percorreu um longo caminho nas últimas décadas. Hoje é uma forma de tratamento médico amplamente aceita e utilizada tanto para melhorar a aparência física, quanto para tratar condições médicas. Contudo, com a crescente popularidade da cirurgia plástica, é necessário examinar os limites éticos deste procedimento. 

A cirurgia plástica é um procedimento médico que altera ou repara o corpo por razões médicas ou estéticas. Pode ser utilizado para melhorar a aparência física, corrigir os sinais de envelhecimento, ou para tratar circunstâncias na saúde do paciente. Os procedimentos mais comuns incluem: 

* O aumento dos seios;

* Abdominoplastia;

* Reconstrução facial;

* E rinoplastia. 

Juridicamente, há quem defenda que a cirurgia plástica estética, que visa apenas o embelezamento do paciente – é uma obrigação de resultado – isto é, o médico obriga-se a alcançar um resultado específico. 

Não obstante, o entendimento diverso não diferencia as cirurgias plásticas estéticas das demais categorias cirúrgicas, pois em ambos os casos há riscos e intercorrências, variáveis a cada paciente. Assim, o médico assumiria uma obrigação de meio, devendo apenas utilizar todos os meios ao seu alcance para atingir o resultado final. 

Por isso, é importante compreender os limites éticos da cirurgia plástica, a fim de garantir a “segurança do paciente” e “resguardar o médico” em eventual demanda judicial

O cirurgião plástico deve sempre discutir os potenciais riscos e benefícios com o seu paciente antes de realizar o procedimento. É fundamental que o paciente tenha consciência, por exemplo, do risco de infecções ou cicatrizes. 

Para tanto, o cirurgião plástico precisa obter o consentimento informado do seu paciente antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico. Ou seja, o paciente deve ser informado de todos os riscos e benefícios, bem como de quaisquer alternativas possíveis. Além disso, o cirurgião plástico deve manter os registros detalhados do procedimento, incluindo o historial médico do paciente, o procedimento realizado e quaisquer medicações prescritas. 

Em conclusão, é de suma importância compreender as implicações éticas da cirurgia plástica, a fim de garantir não só segurança do paciente, como do próprio médico. O

Entrevista Dr. Ivan Salgado de Azevedo

Dr. Ivan Salgado de Azevedo

Cirurgião Torácico
CRM 52 84668-6

Se para muitos jovens a escolha de uma profissão, na reta final do ensino médio, é um desafio, para o médico Ivan Salgado de Azevedo, esse nunca foi um dilema. Desde a infância, ele já sabia o caminho que seguiria profissionalmente, e a resposta não era simplesmente a medicina, ele já sonhava em ser cirurgião torácico. A influência, ele também sabe dizer de onde veio. Filho do cirurgião torácico Ricardo Madeira, e neto do pneumologista Décio Lobo, Ivan, sempre acompanhou os dois nos atendimentos, e hoje, comemora o fato de não apenas ter o pai apenas como figura do homem da casa, mas também, como melhor amigo, exemplo de profissional e parceiro de trabalho. Formado em medicina, em 2007, Ivan se especializou no maior centro de cirurgia torácica do país, o Pavilhão Pereira Filho, na Santa Casa de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.     

SP – Por que a escolha pela medicina?

ISA  Desde que me entendo por gente, eu sempre tive interesse pela medicina. Eu sou a terceira geração de médicos da família. Meu pai, Ricardo Madeira, que é cirurgião torácico, sempre foi minha grande referência, assim como meu avô, Décio Lobo de Azevedo, que foi um grande pneumologista aqui na cidade de Campos e um dos fundadores da Faculdade de Medicina de Campos. Hoje, eu e meu pai trabalhamos juntos em todos os lugares, além de um grande parceiro profissional é também meu melhor amigo. Cem por cento do meu dia profissional é com ele. O meu irmão mais novo, Ricardo de Azevedo, também é cirurgião torácico, formado pela Santa Casa de Porto Alegre. Ele trabalhava com a gente até dois meses atrás, mas agora está na Rede D´Or na cidade do Rio de Janeiro cumprindo um contrato. Desde muito novo, eu frequentava o PU da Saldanha Marinho, que era o dispensário para pacientes com tuberculose, para entregar remédios junto com meu avô, e isso, sempre me deu a certeza de que essa era a profissão que eu queria seguir.

SP – A

Calor e Doenças

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Calor é uma parte da física que estuda temperaturas de um modo geral. No popular, contudo, calor significa temperatura alta. A ONU e várias instituições meteorológicas anunciaram que, em 2023, ocorreu o dia e o mês mais quentes desde que as temperaturas começaram a ser medidas, em 1880. Em lugares diversos, registros de fenômenos meteorológicos começaram mais tarde. Falar em fenômenos climáticos mais radicais da história ou de todos os tempos é vago e cria confusão.

Devemos considerar que o planeta Terra vem se aquecendo progressivamente depois da Revolução Industrial, cujo começo situa-se no fim do século XVIII. E esse aquecimento é resultado de uma economia baseada na queima de combustíveis fósseis. Houve muita discussão a respeito. Era mais fácil negar as mudanças climáticas produzidas por uma economia de mercado ou simplesmente ignorá-las como algo de menor importância. Conservadores e progressistas agiram assim desde os primeiros anúncios de tais mudanças. Mas agora, o negacionismo se tornou insustentável.

Temperaturas altas ou oscilações climáticas acentuadas (amplitude térmica) estressam os biomas, os ecossistemas, as plantas, os animais e os humanos, podendo acarretar secas, incêndios, temporais, enchentes, ventos fortes e morte. A medicina alerta que a temperatura corporal de uma pessoa varia ao longo do dia, podendo ser influenciada por atividades físicas. Contudo, a temperatura interna do corpo humano oscila entre 36° e 36,7°. Acima disso, pode-se considerar que a pessoa está febril. Febre não é doença, mas sintoma de doença.

Se uma pessoa morre por infarto ou acidente vascular encefálico causados por altas temperaturas, o registro médico indicará que a pessoa sofria do coração. Não constará em sua ficha que altas temperaturas causaram infarto ou AVC (derrame cerebral). Indiretamente, as altas temperaturas podem levar a problemas indiretos de saúde. O suor excessivo pode causar desidratação e criar ambiente úmido no corpo que facilite o desenvolvimento de bactérias e fungos.

As fortes chuvas causadas pela intensa evaporação podem matar diretamente as pessoas, afogando-as e esmagando-as em

A ginecologia com novo olhar para estética

Dra. Karlla Haddad

Ginecologista e Sexóloga
CRM 52 95384-9
Formada pela FMC
Pós-graduação em sexualidade humana IEPOS no Hospital Pérola Byington

Dra. Karlla Haddad

Ginecologista e Sexóloga
CRM 52 95384-9
Formada pela FMC
Pós-graduação em sexualidade humana IEPOS no Hospital Pérola Byington

Atualmente, a mulher moderna prioriza o autocuidado como um todo: cabeça, corpo, mente e na sua região íntima. Com tantos tratamentos e estímulos para repor o colágeno no rosto, pescoço e corpo; por que não também para sua pepeka?! Afinal, a entrega da idade hoje em dia é a sua região íntima.

E assim, a mulher vem se empoderando e quebrando tabus, investindo em seu bem-estar em todos os aspectos, melhorando assim, sua autoestima.
Com os anos há diminuição de colágeno, deixando a pele da vulva mais flácida, e a mucosa intravaginal mais ressecada e menos lubrificada. Pensando nisso, as tecnologias com uso de energias evoluíram também para região da vulva e vagina. Hoje, com a plataforma Spectra Medic para estes e muitos outros tratamentos de queixas, desde um rejuvenescimento íntimo até disfunções sexuais.

Uma só plataforma e 5 tecnologias. Com ela consegue tratar:

* Candidíase de repetição;

* Herpes genital;

* Pós-parto normal com edema, laceração, alargamento…

* Pós-parto cesário para melhor cicatrização, melhora mais rápida do edema (inchaço) e dor;

* Processo de cicatrização demorada pós-cirurgia plástica de mama, abdômen;

* Ressecamento vaginal – melhora a lubrificação e sensibilidade na vagina;

* Fissura (rachadura) vaginal;

* Fissura (rachadura) mamária;

* Assadura em virilha, abaixo das mamas;

* Dermatite de fralda em crianças;

* Atrofia urogenital;

* Incontinência urinária (perda de urina), cistite de repetição;

* Disfunção sexual, dor na relação;

* Líquen escleroso;

* Hidradenite;

* Verrugas de HPV;

* Frouxidão vaginal;

* Flacidez em vulva;

* Flatus (pum) vaginal;

* Menopausa – melhora das queixas na região vulvar e vagina;

* Pacientes oncológicos em geral, e principalmente, com ou pós-tratamento de Câncer de Mama  com ressecamento, dor, ardência e fissura vaginal.

É um tratamento de alto padrão e alta performance aliada ao conforto, totalmente indolor e que sem downtime, permitindo que a mulher

Dry Needling ou Agulhamento Seco

Jaqueline Ribeiro

Fisioterapeuta
CREFITO 32 9921-F
Formada pelo ISECENSA

Jaqueline Ribeiro

Fisioterapeuta
CREFITO 32 9921-F
Formada pelo ISECENSA

Quando fui convidada para escrever uma matéria pra essa revista, logo me veio em mente falar sobre um assunto que faz parte do dia a dia de muitos trabalhadores de todos os seguimentos, a dor muscular. Motivo principal pelo qual a maioria dos meus pacientes me procuram. Pensando nisso, nada melhor que falar sobre uma técnica ao qual poucos ainda conhecem, mas que têm trazido enormes benefícios, até mesmo, imediato pós-sessão da aplicação da técnica. Então, precisamos falar de tudo que traz alívio e bem-estar ao ser humano. E hoje falarei um pouco sobre essa eficiente técnica do agulhamento a seco.

Agulhamento seco é um tratamento que envolve uma agulha muito fina sendo inserida através da pele, a fim de inativar um ponto gatilho muscular, buscando alívio de dores. 

O agulhamento seco (ou dry needling) de pontos gatilho é um procedimento invasivo em que uma agulha fina ou agulha de acupuntura é inserida na pele e no músculo.

Destina-se a inativar e tratar pontos gatilho miofasciais que são pontos hiper-irritáveis no músculo esquelético que estão associados a um nódulo palpável hipersensível em uma faixa tensa.

O agulhamento seco do ponto gatilho pode ser realizado em nível de tecido superficial ou profundo, trazendo alívio de dor.

Qual o objetivo do dry needling?

A técnica de agulhamento seco visa especificamente os pontos gatilho miofasciais. Acredita-se que eles sejam devidos a uma liberação excessiva de acetilcolina de placas motoras musculares.

Estes ponto-gatilho (ou seja, geradores de dores musculares) podem ser divididos em pontos gatilho miofasciais Ativos e Latentes.

* Pontos gatilho ativos: Podem desencadear espontaneamente a dor local ou referida. Eles causam fraqueza muscular, restrição de movimento e fenômenos autonômicos.

* Pontos gatilho latentes: Não causam dor a menos que sejam estimulados. Eles podem alterar os padrões de ativação muscular e contribuir para diminuição de amplitude de movimento.

Efeitos mecânicos do dry needling

O agulhamento a seco remove os sinais de dor dos pontos de gatilho, melhora os níveis de acetilcolina

Bem-estar animal

Dr. Marcelo Maeda Bernardo

Médico Veterinário
CRMV-RJ 7097
Formado pela UENF
Atuação em clínica, anestesia, cirugia e saúde pública.

Dr. Marcelo Maeda Bernardo

Médico Veterinário
CRMV-RJ 7097
Formado pela UENF
Atuação em clínica, anestesia, cirugia e saúde pública.

A cada dia do nosso caminhar como sociedade, progredimos no propósito de harmonizar nossa consciência quanto aos cuidados com nosso planeta e com os seres que nela habitam.

Cada vez mais, reconhecemos como concreta a necessidade de equilibrar nossas ações com o propósito de minimizar os efeitos deletérios do ser humano no meio ambiente.

O meio ambiente tem uma composição complexa, e interdependente de todos os seres, e não distante disso, temos a relação do ser humano com os animais.

Quando falamos em bem-estar animal, precisamos salientar que essas ações têm o propósito tanto de promover qualidade de vida para estes, mas também, um papel em saúde pública, pois sem bem-estar, não é possível atender os requisitos necessários de qualificação, até mesmo, em produção no que diz respeito a valores sanitários.

Atualmente, sofremos mudanças na lei 9605/98 de 12 de fevereiro 1998. Na data de 29 de setembro de 2020, onde estabelece o aumento das penas cominadas ao crime de maus tratos aos animais, quando se tratar de cão ou gato, levando de 2 a 5 anos de reclusão.

Hoje, no município de Campos dos Goytacazes, já observamos uma mudança na perspectiva do senso comum, pois já evidenciamos prisões de pessoas que praticaram essa contravenção.

Portanto, podemos concluir que os cuidados com o bem-estar animal são fundamentais para garantir que os animais vivam vidas saudáveis e livres de sofrimento. São responsabilidades compartilhadas por indivíduos, comunidades e governos. Alguns princípios essenciais para promover o bem-estar animal incluem:

* Adequada alimentação: fornecer dieta balanceada e nutritiva;

* Ambiente adequado: oferecer espaços limpos e seguros para abrigar os animais;

* Cuidados veterinários: garantir cuidados de saúde regulares, incluindo vacinações e tratamento de doenças;

* Exercício e enriquecimento: proporcionar atividades e estímulos mentais para prevenir o tédio e o estresse;

* Comportamento natural: respeitar as necessidades comportamentais inatas dos animais;

* Prevenção

Vias aéreas unidas

Dr. Frederico Cesário

Otorrinolaringologista
CRM 52 67317-0
Especialização em
otorrinolaringologia na UNIRIO.

Dr. Frederico Cesário

Otorrinolaringologista
CRM 52 67317-0
Especialização em
otorrinolaringologia na UNIRIO.

Nariz escorrendo, chiado no peito e falta de ar são sintomas comuns de crianças que sofrem com problemas respiratórios alérgicos, cujos principais vilões têm nomes: asma e rinite.

A rinite é uma inflamação da vias aéreas superiores, isto é, nariz e garganta, e a asma abrange as vias aéreas inferiores, como os brônquios. São inflamações que, normalmente, estão interligadas; a rinite alérgica é fator importante de desencadeamento da asma.

Pessoas que têm rinite alérgica apresentam três vezes mais riscos de desenvolver asma e cerca de 80% das pessoas que sofrem de asma, também têm rinite. A asma é uma alergia respiratória frequente na infância, sendo comum que a primeira crise apareça antes dos quatro anos de idade.

A asma pode surgir de várias maneiras: pode ser a partir de uma reação alérgica, emocional, infecções, sinusite e até refluxo esofágico. Já a rinite tem quase sempre sua origem alérgica. Em crianças pequenas, as vias respiratórias são estreitas e delicadas, estando mais sensíveis aos agressores do ambiente.

Infelizmente, a asma e a rinite não têm cura, embora possam ser controladas e minimizadas a partir de tratamento adequado com base no uso de corticóides inalatórios (as famosas bombinhas), além do controle ambiental para evitar o contato das crianças com os agentes desencadeantes das alergias.

As alergias respiratórias acontecem quando o organismo da criança responde de modo exagerado aos estímulos externos, como: poeira; ácaros; pelos de animais; cheiros fortes; ar frio ou poluição…

Os sintomas da rinite são:

O nariz entupido (obstrução nasal) e escorrendo (coriza), podendo estar acompanhado de espirros, coceira no nariz e olhos e lacrimejamento.

A asma tem como sintomas:

Falta de ar; tosse; chiado no peito; cansaço; falta de apetite.

Essas inflamações aparecem mais em quedas acentuadas de temperatura e quando o ar está seco. Não é à toa que no inverno, as inflamações são mais frequentes, sendo que esses fatores ajudam a abaixar a resistência do corpo. Ambientes