A FONOAUDIOLOGIA E O ABA

Engenheiro Agrônomo
CREA 2003103285
Graduação na UFES
GR Argrária – Unidade de Tratamento de Residuos Orgânicos
A abordagem terapêutica através da Análise do Comportamento Aplicada – ABA, está relacionada com a reabilitação de indivíduos que apresentam diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo – TEA. Apesar de não haver a cura, estudiosos se dedicam e pesquisam novas estratégias de estimular as crianças que possuem atrasos cognitivos, como nos casos de autismo.
A Análise do Comportamento não é um método, é uma ciência aplicada que insere planos de tratamento individualizados para cada paciente do espectro do autismo.
O autismo afeta a capacidade de comunicação, aprendizagem e socialização. A criança apresenta dificuldade de se conectar com o mundo, e dessa forma, afetam as suas relações afetivas e sociais.
São crianças que não conseguem lidar com mudanças, e acabam desenvolvendo interesses obsessivos e comportamentos repetitivos, que são considerados inapropriados.
A fonoaudiologia é indispensável para o tratamento de crianças com autismo, devido à dificuldade em que o indivíduo apresenta em relatar as suas necessidades e desejos.
Quando a intervenção fonoaudiológica está associada a ciência ABA, é possível melhorar a comunicação e promover habilidades sociais.
O maior objetivo do ABA no autismo é modificar comportamentos inadequados e repetitivos substituindo por outros, criando ações para que a criança tenha a capacidade de falar ou expressar o que deseja.
É um trabalho em que os profissionais precisam aplicar ferramentas que vão contribuir para um estudo mais aprofundado dos reais motivos que levam a criança a tal comportamento, e também,
O MOVIMENTO QUE TRANSFORMA VIDAS E INSPIRA CRESCIMENTO

Engenheiro Agrônomo
CREA 2003103285
Graduação na UFES
GR Argrária – Unidade de Tratamento de Residuos Orgânicos
Fabrício Bastos
CREF/RJ 02 6331
a Formado na UNIVERSO Credenciado – Core 360 e Bpro
O Studio Fabrício Bastos nasceu com um propósito que vai muito além do treino. Desde o início, a missão sempre foi clara: ajudar pessoas a alcançarem resultados extraordinários por meio do movimento, da ciência e de uma cultura construída sobre propósito e cuidado genuíno.
O que começou como um pequeno Stúdio, há alguns anos, hoje, se tornou “uma das redes de treinamento personalizado mais admiradas do Espírito Santo e Rio de Janeiro”, com 11 unidades ativas, centenas de alunos e uma metodologia exclusiva que vem transformando não apenas corpos, mas histórias.
Cada unidade do Studio carrega a mesma essência: treinos com hora marcada, atenção individualizada, acompanhamento próximo e ambiente acolhedor. Aqui, cada aluno é visto como único com suas dores, limitações, desafios e objetivos. O método FB foi desenvolvido para atender quem busca emagrecer, fortalecer, reabilitar-se de lesões, ou simplesmente, reencontrar o prazer de se movimentar com qualidade e segurança.
O ano de 2025 marcou uma fase de expansão e amadurecimento para o Studio Fabrício Bastos. Além de inaugurar novas unidades como: a da Praia da Costa (Vila Velha/ES), Royal (Campos/RJ), Jardim Camburi (Vitória/ES) e Cidade Jardim (Campos/RJ), o Studio consolidou seu posicionamento como referência em atendimento personalizado, experiência do aluno e cultura de equipe. Cada novo espaço reforça o compromisso com a excelência e com o que a marca tem de mais valioso: a conexão humana.
Entre os destaques do ano estão projetos que ampliaram o impacto da marca, como o fortalecimento do FB RUN CLUB, que incentiva a corrida e o movimento ao ar livre como estilo de vida, e o FB Experience, evento que combina treinamento, propósito e emoção em experiências únicas para alunos e convidados.
Outro pilar fundamental é o investimento constante em formação e liderança. O Studio acredita que
CANNABIS MEDICINAL E LONGEVIDADE: UM NOVO OLHAR PARA A SAÚDE DO IDOSO

Nos últimos anos, a medicina tem redescoberto o potencial terapêutico da Cannabis sativa, e esse movimento vem ganhando força também no campo da geriatria. Com o envelhecimento populacional, cresce a busca por alternativas terapêuticas seguras e eficazes, que possam promover mais qualidade de vida. Nesse contexto, a cannabis medicinal surge como uma ferramenta promissora.
É essencial compreender que estamos nos referindo ao uso medicinal da planta, feito com acompanhamento profissional e baseado em evidências científicas. Os principais compostos – o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC) – atuam no sistema endocanabinoide, responsável por regular funções vitais como: sono, dor, apetite, humor e imunidade.
Estudos mostram que, em pacientes com Alzheimer, o CBD pode exercer ação neuroprotetora e anti-inflamatória, contribuindo também, para a redução de sintomas como agitação e agressividade, comuns na demência. Já no controle da dor crônica, frequente entre idosos com osteoartrite ou neuropatias, a cannabis oferece alívio com menor risco de efeitos adversos em comparação a opioides e anti-inflamatórios.
Outro ponto importante é a insônia, que afeta de forma significativa à saúde do idoso. A cannabis pode ajudar na indução e manutenção do sono, melhorando o descanso noturno e reduzindo a necessidade de medicamentos sedativos, que muitas vezes, estão associados a quedas, confusão mental e dependência.
Em relação à saúde mental, é cada vez mais reconhecida a eficácia do CBD no manejo da ansiedade leve a moderada, especialmente, em pacientes que não toleram bem os antidepressivos convencionais. Isso amplia as opções terapêuticas em um grupo, que muitas vezes, apresenta limitações ao uso de certos fármacos.
Nos cuidados paliativos, a cannabis medicinal atua de forma integrada, aliviando sintomas físicos e emocionais, como: dor, náuseas, insônia e ansiedade, promovendo bem-estar e respeito à dignidade do paciente em fases avançadas da vida.
Vale lembrar que o metabolismo do idoso é diferente, exigindo atenção redobrada quanto
CRISE DE ENERGIA: NOVAS FONTES, NOVOS RECURSOS, NOVAS PALAVRAS

O Brasil é um Estado Nacional com um dos maiores territórios do planeta, situado quase todo ele entre a linha do Equador e o Trópico de Capricórnio. Isto significa que a radiação solar o atinge com mais intensidade que sobre o território de um país temperado. Os ventos que sopram do Oiapoque ao Chuí e da Paraíba ao Acre apresentam velocidades e regularidades distintas. Sua zona costeira e sua plataforma continental apresentam vasta extensão.
No interior de suas fronteiras existem sete grandes biomas vegetais nativos (conjunto de ecossistemas relacionados entre si), além da maior rede fluvial do mundo. A zona costeira integra lagoas, marismas, manguezais e vegetação de restinga. O Domínio Atlântico, além de abarcar grande parte dos ecossistemas costeiros, constitui-se de matas perenes, matas mistas, matas estacionais e campos de altitude. A Caatinga é uma savana estépica dilatada, enquanto que o Cerrado pode ser considerado uma vegetação típica de savana. A Amazônia é um mundo de vegetação e de água, assim como o Pantanal Mato-Grossense. Por fim, os vastos Campos do Sul ou Pampa.
Evitando o ufanismo, não podemos esquecer o estado de perturbação e de degradação desses biomas e ecossistemas. O pragmatismo e o utilitarismo de origem européia, traduzidos em extrativismo, agropecuária, industrialização e urbanização, destruíram incontáveis ecossistemas costeiros, reduziram o Domínio Atlântico à cerca de 7% de sua extensão original, devoraram 50% do Cerrado e tiraram um naco de 15% da Amazônia. A Caatinga, já por natureza semi-árida, tornou-se mais seca ainda por ação humana. Os Campos do Sul passaram também por forte transformação antrópica. O Pantanal e os rios mais caudalosos, quem diria, apresentam já poluição acentuada.
Mesmo assim, estou convencido de que não estaríamos enfrentando dificuldades energéticas se aproveitássemos toda a energia já produzida pelo sol e pelos ventos. Por pressão dos geradores de energia por combustíveis fósseis, temos que dispersar solar e eólica. Nem sequer baterias para acumulá-las o Brasil tem. O velho estilo energético bloqueia
VIVENDO MELHOR: COMO MANTER A ALIMENTAÇÃO LEVE E NUTRITIVA NO VERÃO

VIVENDO MELHOR: COMO MANTER A ALIMENTAÇÃO LEVE E NUTRITIVA NO VERÃO
O verão é uma das estações mais vibrantes do ano, marcada por dias longos, sol intenso e muita energia. No entanto, o calor também exige cuidados especiais com a alimentação e a hidratação. Manter o corpo nutrido, leve e bem disposto é essencial para aproveitar tudo o que essa estação tem de melhor — sem excessos e sem descuidar da saúde.
Durante o calor, nosso corpo perde mais água e minerais através do suor. Por isso, hidratar-se adequadamente é prioridade. Além da água, boas opções são a água de coco e sucos naturais sem açúcar, que ajudam a repor eletrólitos de forma leve e natural.
Aposte em refeições coloridas e frescas: frutas, folhas, legumes e grãos integrais devem ser a base da alimentação. Prefira preparações simples, com temperos naturais, azeite e limão. Evite frituras e alimentos ultraprocessados, que sobrecarregam a digestão e aumentam a sensação de cansaço e inchaço.
As frutas da estação — como melancia, abacaxi, manga e melão — são excelentes fontes de vitaminas, minerais e antioxidantes, além de ajudarem na hidratação. Já os peixes, como salmão e sardinha, oferecem gorduras boas (ômega-3) que contribuem para o bem-estar do coração e da pele.
Outro ponto importante é o cuidado com a conservação dos alimentos. O calor favorece a multiplicação de micro-organismos, então atenção redobrada com o armazenamento, principalmente de carnes, ovos e laticínios.
E não se esqueça: o verão é também um convite para o equilíbrio. Pratique atividade física ao ar livre, mas sempre nos horários mais frescos. Descanse bem, mantenha uma rotina de sono adequada e permita-se momentos de lazer e desconexão.
Com pequenas escolhas diárias, é possível viver um verão mais saudável, cheio de sabor e vitalidade — porque cuidar de si é o primeiro passo para viver melhor.

Almoço: salmão grelhado ao limão e azeite, servido com legumes frescos e aromático
s.
Uma opção leve e nutritiva, perfeita para o
CIRURGIA ROBÓTICA E O FUTURO DO TRATAMENTO DO CÂNCER DE PULMÃO

Dr. Ivan de Azevedo
Cirurgião Torácico
CRM 52 84668-6
Formado pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre/RS
Dr. Ivan de Azevedo
Cirurgião Torácico
CRM 52 84668-6
Formado pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre/RS
Nas últimas décadas, a medicina torácica vive uma verdadeira revolução. Avanços tecnológicos vêm transformando a forma como diagnosticamos e tratamos doenças pulmonares, especialmente, o câncer de pulmão – a principal causa de mortalidade por câncer no mundo.
Entre os fatores de risco mais relevantes, o tabagismo ainda ocupa o primeiro lugar. Apesar das campanhas de conscientização e redução no número de fumantes, seus efeitos persistem por décadas, e muitos pacientes são diagnosticados tardiamente. Por isso, investir em rastreamento, diagnóstico precoce e tecnologias de alta precisão é essencial.
Nesse cenário, a cirurgia robótica tem se destacado como uma das maiores conquistas da moderna cirurgia torácica. A utilização de plataformas robóticas permite movimentos extremamente precisos, visão tridimensional e acesso a áreas anatômicas delicadas com mínimo trauma cirúrgico. O resultado é uma recuperação mais rápida, menor dor pós-operatória e retorno precoce às atividades cotidianas.
Além da cirurgia, o campo do diagnóstico e estadiamento oncológico também se modernizou. As plataformas de broncoscopia robótica possibilitam o acesso a lesões pulmonares periféricas antes inacessíveis por via endoscópica, contribuindo com o diagnóstico e marcação de lesões suspeitas imediatamente antes do procedimento cirúrgico, encurtando o tempo entre o diagnóstico e o tratamento, além de guiar ressecções pulmonares em lesões pequenas de difícil acesso. Já a eco-broncoscopia (ou EBUS) é uma ferramenta fundamental para o estadiamento do câncer de pulmão, permitindo avaliar linfonodos de forma menos invasiva e planejar tratamentos com maior segurança.
Essas tecnologias se integram a um novo paradigma de tratamento oncológico. A chamada imunoterapia e as terapias-alvo representam avanços extraordinários no controle do câncer de pulmão. Elas atuam de forma personalizada, direcionando o tratamento conforme as características moleculares do tumor e estimulando o próprio sistema imunológico do paciente a combater as células malignas ou com medicações específicas direcionadas através de mutações no DNA tumoral respectivamente.
Com a integração entre diagnóstico preciso, cirurgia minimamente invasiva e terapias inovadoras, o
A IDENTIDADE DOS VEGETAIS

O assunto, que é desconhecido até mesmo por alguns nutricionistas, vai te surpreender quando perceber que quase tudo é diferente do que pensamos, quando se trata das plantas que compramos ou plantamos para prepararmos nossas refeições diárias.
A denominação de verduras, generaliza os vegetais hortigranjeiros, mas, botanicamente, cada um deles tem sua classificação específica conforme veremos.
Hortaliças por exemplo: são a maior parte das espécies folhosas, temperos, frutos ou flores cultivadas em hortas, como: alface, couve, rúcula, repolho, salsinha, cebolinha, couve flor, brócolis, etc…
O tomate e o pimentão, por exemplo, embora tecnicamente sejam frutos, popularmente são conhecidos como hortaliças, também, por sua característica de serem muitas vezes, consumidos “in natura”, sem cozimento.
Já, outros frutos como: abóbora, chuchu, jiló, maxixe, e quiabo, são culturalmente conhecidos como verduras, no entanto, sob o olhar botânico, são todos frutos, onde suas sementes estão envolvidas por uma estrutura de reserva nutritiva.
Já os frutos adocicados, suculentos e carnosos, são popularmente classificados como frutas, podendo muitas vezes, não serem carnosos, mas secos, como o coco e a romã.
Mas quem são os legumes?
Somente são considerados legumes, os alimentos originados de um fruto do tipo vagem, ou a própria vagem, a exemplo do feijão, ervilha, amendoim, lentilha, grão de bico, vagem, etc…
Essas plantas pertencem a família das leguminosas.
Já, os cereais são as sementes de plantas da família das gramíneas, como: o arroz, aveia, milho, cevada, trigo, centeio, etc.
Existem ainda os tubérculos, que são porções de caules subterrâneos que vão acumulando reserva nutritiva para os períodos desfavoráveis do ano, onde a planta retira nutrição dessa estrutura. Os exemplos nesse caso são: a batata inglesa, inhame e cará. Existem exceções onde caules aéreos admitem esse comportamento, como no caso do cará moela, que é uma espécie trepadeira.
Já a batata doce, aipim, cenoura, nabo e beterraba por exemplo, são
NOVO PRONTO-SOCORRO DO HOSPITAL FERREIRA MACHADO

Dr. Guilherme Ribeiro
Médico Especializado em Terapia Intensiva CRM 52 90414-7 Formado pela FMC
Dr. Guilherme Ribeiro
Médico Especializado em Terapia Intensiva
CRM 52 90414-7
Formado pela FMC
A inauguração do novo pronto-socorro do Hospital Ferreira Machado, realizada no dia 03 de novembro, marcou um capítulo importante para a saúde pública de Campos dos Goytacazes e de toda a região Norte Fluminense. A entrega da obra pelo prefeito Wladimir Garotinho simbolizou não apenas a modernização do principal hospital da cidade, mas também, a consolidação de um espaço pensado para atender com mais conforto, eficiência e segurança a quem chega em situação de urgência e emergência. Referência regional, o HFM recebe diariamente pacientes de vários municípios vizinhos, além de pessoas que trafegam pela BR-101, via que liga diferentes estados e serve como rota de deslocamento de trabalhadores, motoristas e viajantes.
Do dia 5 ao dia 18 de novembro, período posterior ao início do funcionamento do novo setor, foram registrados 3.473 atendimentos. O número expressivo reforça a necessidade de uma estrutura proporcional à demanda e evidencia o impacto positivo da modernização para profissionais e usuários. No dia 5 de novembro, a unidade deu início a segunda etapa da obra, acompanhada do processo de transição de pacientes e equipes para os novos espaços.
O pronto-socorro foi planejado para oferecer mais agilidade e organização no atendimento. A estrutura conta com duas recepções distintas: uma, exclusiva para pacientes em situação de urgência e outra, destinada a visitantes, acompanhantes e funcionários. A área de urgência dispõe de banheiros adaptados para pessoas com deficiência e televisão com sistema informatizado, garantindo maior controle de fluxo e transparência no atendimento.
Os consultórios foram distribuídos para garantir especialidades essenciais: otorrinolaringologia, oftalmologia, clínica geral e ortopedia, todos equipados com mesas, cadeiras, escadinhas, macas fixas e móveis. O setor também possui sala de classificação de risco, medicação e hipotermia, hidratação, gesso, serviço social e área administrativa, além de um moderno espaço de politrauma capaz de receber até quatro pacientes simultaneamente. A sala de reanimação foi completamente redesenhada para atender casos graves com ainda mais segurança, equipada com
OBESIDADE EM PETS: A EPIDEMIA SILENCIOSA

A obesidade animal é uma condição cada vez mais comum na rotina das clínicas veterinárias e, apesar de parecer inofensiva aos olhos de muitos tutores, representa um sério risco à saúde e ao bem-estar dos pets. Cães e gatos acima do peso enfrentam uma série de complicações que vão muito além da estética — e o alerta precisa ser levado a sério.
Estudos recentes apontam que mais de 50% dos cães e gatos domésticos apresentam algum grau de sobrepeso. O excesso de peso compromete a qualidade de vida, reduz a expectativa de vida e favorece o surgimento de doenças crônicas. O problema, muitas vezes, começa com boas intenções: petiscos em excesso, refeições fora de hora e pouca atividade física são os principais vilões.
A obesidade em pets está diretamente ligada a doenças como: diabetes mellitus, osteoartrite, hipertensão, problemas cardíacos, respiratórios e até certos tipos de câncer. Além disso, animais obesos têm maior dificuldade de se locomover, brincar e interagir, o que afeta seu comportamento e saúde mental. A dor crônica, por exemplo, pode levar à apatia, agressividade ou isolamento.
O diagnóstico é simples, mas exige atenção. Muitos tutores não percebem que seu animal está acima do peso, pois o ganho é gradual e mascarado por pelagens volumosas ou hábitos sedentários. O veterinário, por meio de exames físicos e avaliação da condição corporal, pode identificar o problema e propor um plano de ação.
A responsabilidade pela saúde do pet é compartilhada. O tutor precisa entender que carinho não se mede em comida. Oferecer petiscos como forma de afeto pode ser prejudicial. É fundamental seguir orientações nutricionais, respeitar porções adequadas e estimular o exercício físico — mesmo que seja uma caminhada leve ou brincadeiras em casa. O enriquecimento ambiental também é um aliado: brinquedos interativos, desafios alimentares e estímulos sensoriais ajudam a manter o pet ativo.
A indústria pet também tem papel
REZUM: AQUA ABLATION

Uma revolução no tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) é uma condição que afeta milhões de homens em todo mundo, principalmente, após os 50 anos.
Caracterizada pelo aumento não cancerígenas da próstata, HPB pode causar sintomas que comprometem significativamente a qualidade de vida, como dificuldade de urinar, jato urinário fraco, urgência miccional e o aumento da frequência urinária, principalmente, à noite.
Tradicionalmente, o tratamento da HPB inclui o uso de medicamentos e, em casos mais avançados, cirurgias como a Ressecção Transuretral da Próstata (RTU) ou a prostatectomia transvesical. No entanto, nos últimos anos, uma nova técnica minimamente invasiva vem ganhando destaque por oferecer eficácia, segurança e rápida recuperação: O rezum – Aqua Ablation, também conhecido como vaporização da Próstata com vapor de água.
O que é o rezum – Aqua Ablation
O rezum é um procedimento inovador, aprovado pelo FDA (food and drug administration) nos Estados Unidos e pela ANVISA no Brasil, que utiliza energia térmica do vapor de água para reduzir o tecido prostático que causa obstrução da uretra (durante o procedimento – uma pequena quantidade de vapor a 103 graus é injetada diretamente no tecido prostático aumentado). Quando o vapor entra em contato com a próstata, ele libera calor, provocando a destruição controlada das células que estão causando o bloqueio do fluxo urinário. Com o passar das semanas, o organismo absorve naturalmente esse tecido, permitindo que a urina volte a fluir normalmente. Desse modo é um tratamento seguro minimamente invasivo com resultados duradouros e muitos pacientes retornam às suas atividades em poucos dias, sem os riscos e complicações de uma cirurgia tradicional.
Indicações do rezum
* Pacientes com HPB sintomática e que uso de medicamentos não trouxe o alívio esperado;
* Efeitos colaterais indesejados com tratamento medicamentoso;
* Próstata com peso entre 30 e 100 gramas;
* O paciente busca uma alternativa menos invasiva que uma cirurgia tradicional;
* Maior indicação para homens que