UBS PET

Dr. Marcelo Maeda Bernardo

Médico Veterinário
CRMV-RJ 7097
Formado pela UENF
Atuação em clínica, anestesia, cirugia e saúde pública.

Dr. Marcelo Maeda Bernardo

Médico Veterinário
CRMV-RJ 7097
Formado pela UENF
Atuação em clínica, anestesia, cirugia e saúde pública.

O atendimento clínico gratuito para pets desempenha um papel fundamental na promoção da saúde única, uma abordagem integrada que reconhece a interdependência entre a saúde humana, animal e ambiental. Essa iniciativa não só beneficia os animais, mas também tem um impacto positivo na saúde pública e na qualidade de vida das comunidades.

Em primeiro lugar, ao oferecer serviços veterinários gratuitos, o município está promovendo o acesso equitativo aos cuidados de saúde animal. Isso é especialmente importante para famílias de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade socioeconômica, que muitas vezes não têm os recursos necessários para pagar por tratamentos veterinários privados. Garantir que todos os pets tenham acesso a cuidados médicos adequados não só melhora o bem-estar dos animais, mas também, fortalece os laços entre os membros da comunidade e seus animais de estimação, promovendo um ambiente mais saudável e harmonioso.

Além disso, o atendimento clínico gratuito dos pets em saúde única contribui para a prevenção e controle de doenças zoonóticas, que são aquelas transmitidas entre animais e humanos. Ao vacinar e tratar os animais de forma adequada, reduzimos o risco de surtos de doenças como:

* Raiva;

* Leptospirose;

* E toxoplasmose…

Protegendo assim a saúde pública. Essa abordagem preventiva é fundamental para garantir a segurança alimentar e prevenir a propagação de doenças infecciosas que podem afetar tanto humanos, quanto animais.

Além disso, o atendimento clínico gratuito dos pets em saúde única também promove a conscientização

Conceito Em Voga

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

Arthur Soffiati

Professor de história e eco-historiador
Mestrado e doutorado na UFRJ

É consenso na comunidade científica que vivemos numa época geológica posterior à última glaciação, denominada Holoceno. Estima-se que ela começou a 11.700 anos antes do presente. Não se sabe ainda se ela vai durar para ser mesmo considerada uma época ou se é uma fase entre duas glaciações, como aconteceu algumas vezes. Sabe-se que houve oscilações climáticas nessa época, com alternância de fases quentes e frias. No geral, trata-se de uma época com temperaturas tépidas.

Esse aumento de temperatura, logo no início da época, permitiu a domesticação de plantas e animais, com a criação da agricultura e do pastoreio. Essas inovações representam um passo importante para a sedentarização de grupos humanos e para a invenção da roda, da tecelagem, da cestaria, da cerâmica e da metalurgia. Ao mesmo tempo, o sedentarismo favoreceu a acumulação de lixo e a disseminação de doenças transmissíveis porque as pessoas viviam aglomeradas.

Sabe-se também que a criação dos sistemas de escrita, das cidades, da divisão sexual, técnica, social e territorial do trabalho decorre do sedentarismo. O processo de urbanização foi tão rápido que acabou deslocando os centros de poder para as cidades. Em alguns lugares do mundo (Sudeste Asiático, vale do Indo, Grécia, península de Iucatã e ilha de Páscoa principalmente), as sociedades exploraram demasiadamente a natureza e provocaram crises ambientais locais.

Nenhuma delas se equipara à crise iniciada pelo Ocidente a partir do século XV da era cristã. Movidos pela economia de mercado, os ocidentais passaram a considerar os pobres e a natureza como matéria e energia a serem exploradas em caráter permanente e crescente. Parecia, à cultura ocidental, que a natureza era ilimitada em sua capacidade de fornecer energia e matéria, por um lado. Por outro, ilimitada em absorver resíduos. Esse processo foi agravado com a Revolução Industrial, que passou a usar carbono fóssil (carvão mineral, petróleo e gás natural) como combustível para a geração de energia. Ao lado das doenças causadas pela fome e

Febre Alta, Pode Ser Dengue ou Gripe

Dra. Danielle Porto

Pediatra, Neonatologia e Alergia & Imunologia
CRM 52 93161-6
Graduação na Universidade Iguaçu | UNIG
Residência Médica no Hospital Escola Álvaro Alvim

Dra. Danielle Porto

Pediatra, Neonatologia e Alergia & Imunologia
CRM 52 93161-6
Graduação na Universidade Iguaçu | UNIG
Residência Médica no Hospital Escola Álvaro Alvim

Nesse cenário epidemiológico atual, febre alta, pode ser: dengue ou gripe. Você saberia identificar as diferenças entre essas duas doenças?

Febre, dor de cabeça, mal-estar, náuseas, dor no corpo e fraqueza. Esses são alguns sintomas comuns de várias doenças, a exemplo da dengue e da gripe. Essa semelhança atrapalha o diagnóstico. É comum que, nos primeiros dias, o quadro seja diagnosticado como: virose (um termo mais genérico) no pronto-socorro. Conforme o quadro evolui, as diferenças geralmente ficam mais claras, para as equipes médicas e até mesmo para vocês.

Então, como diferenciar as duas enfermidades? Antes, é importante saber que, embora sejam igualmente causadas por vírus, a transmissão dessas doenças ocorre de maneiras diferentes.

A dengue: é causada pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. É um inseto doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de outros locais frequentados por nós. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta, de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, sendo acompanhada a seguir por: dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele.

A gripe: é uma infecção respiratória, causada pelo vírus Influenza, mais comumente transmitido durante o período do outono/inverno. Os sintomas geralmente aparecem de forma repentina, como: febre alta, já acompanhada de: coriza, espirros, dor de garganta, tosse, dores no corpo e dor de cabeça. Geralmente, tem resolução espontânea em aproximadamente sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. As duas são causadas por vírus que derrubam o organismo inteiro. Só que, depois dos primeiros dias de incômodos, a gripe tende a causar uma febre mais alta. Também surgem os sintomas respiratórios:

Fabricio Bastos

Fabricio Bastos

Hanania Mantoanelli Mongin

OAB/RJ 115.772

 

A cirurgia plástica percorreu um longo caminho nas últimas décadas. Hoje é uma forma de tratamento médico amplamente aceita e utilizada tanto para melhorar a aparência física, quanto para tratar condições médicas. Contudo, com a crescente popularidade da cirurgia plástica, é necessário examinar os limites éticos deste procedimento. 

A cirurgia plástica é um procedimento médico que altera ou repara o corpo por razões médicas ou estéticas. Pode ser utilizado para melhorar a aparência física, corrigir os sinais de envelhecimento, ou para tratar circunstâncias na saúde do paciente. Os procedimentos mais comuns incluem: 

* O aumento dos seios;

* Abdominoplastia;

* Reconstrução facial;

* E rinoplastia. 

Juridicamente, há quem defenda que a cirurgia plástica estética, que visa apenas o embelezamento do paciente – é uma obrigação de resultado – isto é, o médico obriga-se a alcançar um resultado específico. 

Não obstante, o entendimento diverso não diferencia as cirurgias plásticas estéticas das demais categorias cirúrgicas, pois em ambos os casos há riscos e intercorrências, variáveis a cada paciente. Assim, o médico assumiria uma obrigação de meio, devendo apenas utilizar todos os meios ao seu alcance para atingir o resultado final. 

Por isso, é importante compreender os limites éticos da cirurgia plástica, a fim de garantir a “segurança do paciente” e “resguardar o médico” em eventual demanda judicial

O cirurgião plástico deve sempre discutir os potenciais riscos e benefícios com o seu paciente antes de realizar o procedimento. É fundamental que o paciente tenha consciência, por exemplo, do risco de infecções ou cicatrizes. 

Para tanto, o cirurgião plástico precisa obter o consentimento informado do seu paciente antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico. Ou seja, o paciente deve ser informado de todos os riscos e benefícios, bem como de quaisquer alternativas possíveis. Além disso, o cirurgião plástico deve manter os registros detalhados do procedimento, incluindo o historial médico do paciente, o procedimento realizado e quaisquer medicações prescritas. 

Em conclusão, é de suma importância compreender as implicações éticas da cirurgia plástica, a fim de garantir não só segurança do paciente, como do próprio médico. O

Lab Pedra Verde

Lab Pedra Verde

Hanania Mantoanelli Mongin

OAB/RJ 115.772

 

A cirurgia plástica percorreu um longo caminho nas últimas décadas. Hoje é uma forma de tratamento médico amplamente aceita e utilizada tanto para melhorar a aparência física, quanto para tratar condições médicas. Contudo, com a crescente popularidade da cirurgia plástica, é necessário examinar os limites éticos deste procedimento. 

A cirurgia plástica é um procedimento médico que altera ou repara o corpo por razões médicas ou estéticas. Pode ser utilizado para melhorar a aparência física, corrigir os sinais de envelhecimento, ou para tratar circunstâncias na saúde do paciente. Os procedimentos mais comuns incluem: 

* O aumento dos seios;

* Abdominoplastia;

* Reconstrução facial;

* E rinoplastia. 

Juridicamente, há quem defenda que a cirurgia plástica estética, que visa apenas o embelezamento do paciente – é uma obrigação de resultado – isto é, o médico obriga-se a alcançar um resultado específico. 

Não obstante, o entendimento diverso não diferencia as cirurgias plásticas estéticas das demais categorias cirúrgicas, pois em ambos os casos há riscos e intercorrências, variáveis a cada paciente. Assim, o médico assumiria uma obrigação de meio, devendo apenas utilizar todos os meios ao seu alcance para atingir o resultado final. 

Por isso, é importante compreender os limites éticos da cirurgia plástica, a fim de garantir a “segurança do paciente” e “resguardar o médico” em eventual demanda judicial

O cirurgião plástico deve sempre discutir os potenciais riscos e benefícios com o seu paciente antes de realizar o procedimento. É fundamental que o paciente tenha consciência, por exemplo, do risco de infecções ou cicatrizes. 

Para tanto, o cirurgião plástico precisa obter o consentimento informado do seu paciente antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico. Ou seja, o paciente deve ser informado de todos os riscos e benefícios, bem como de quaisquer alternativas possíveis. Além disso, o cirurgião plástico deve manter os registros detalhados do procedimento, incluindo o historial médico do paciente, o procedimento realizado e quaisquer medicações prescritas. 

Em conclusão, é de suma importância compreender as implicações éticas da cirurgia plástica, a fim de garantir não só segurança do paciente, como do próprio médico.