Revista Saúde Perss
CAPA
Clínica Proteus

ENTREVISTA
Dr. Leonardo Bacelar
Clínica Médica e Psiquiatria Clínica
CRM 52 64691-1
Revista Saúde Perss
Fabrício Bastos
Professor de Educação Física
CREF/RJ 02 6331
Formado na UNIVERSO
Credenciado - Core 360 e Bpro
bastos.personal@gmail.com
FELICIDADE EM MOVIMENTO
Para ser feliz não precisa recorrer à fórmulas mágicas, basta fazer um pouco de esporte, de preferência algo que você crie uma identificação, seja outdoor ou indoor. Um ambiente agradável, que proporcione bem estar, aulas em grupo ou individuais, o importante é movimentar.

O mérito é sempre das endorfinas que, se estimuladas, dão origem a sentimentos autênticos de bem-estar. Mas quantas atividades físicas devem ser feitas para que você fique realmente de bem consigo mesmo?

Se, por um lado, esporte demais pode ser prejudicial e, o contrário, o excesso de sedentarismo é igualmente perigoso para a saúde, um meio de se sentir bem e ser feliz depende não tanto do tempo dedicado ao esporte, mas da constância na prática, bem como da idade e do peso.

Viver o equilíbrio é o segredo, entender que não nascemos para ficar parado, muita coisa evoluiu e com isso, diminuímos o nosso gasto diário, ou seja, movimentamos menos.

Viva a evolução, por outro lado uma sociedade cada dia mais sujeita as doenças causadas pelo sedentarismo, como:
Obesidade;
Hipertensão;
Diabetes entre outras.

Correr, nadar, pedalar, brincar...às vezes é difícil sair de casa para cumprir o treino, saiba que é difícil para todos, devemos vencer dia pós dia. Vencer a preguiça é o primeiro passo.

É o que dizem pesquisadores da Universidade de Michigan que publicaram seus estudos no “Journal of Happiness Study” analisando 23 pesquisas existentes, baseados em uma grande quantidade de dados e uma grande variedade de amostras de vários países.

Os resultados mostraram que a probabilidade de ser feliz é 52% maior entre àqueles que são muito ativos e se reduz a quase 30% para os que são menos ativos, descendo cada vez mais conforme aumenta o estilo de vida sedentário.

Nada muda com relação ao tipo de esporte praticado, o que é necessário são apenas regularidade e constância para estimular a produção de endorfinas e serotonina no cérebro.

Em todo caso, até mesmo uma atividade moderada faz diferença. Os mais idosos precisam apenas de 10 minutos de atividade física por semana para que  o humor deles fique melhor. Segundo a pesquisa, além disso, aqueles que sobreviveram ao câncer e que se dedicam à atividades aeróbicas e ou se alongam por um curto período de tempo, recuperam saúde e bom humor com mais rapidez e facilidade.

Por fim, um elemento a não ser esquecido é o peso: dos dados da pesquisa, também emerge que, comparados aos jovens que não praticam atividades físicas, àqueles que as fazem uma vez por semana têm 1,4 vezes mais chances de se sentirem felizes se estiverem com o peso em dia e 1,5 vezes se estiverem acima do peso.

O exagero, por outro lado, não leva a nenhum resultado: de acordo com os pesquisadores, é útil não exceder o limite máximo de 15/300 minutos de exercício semanal porque, passando esse limite, a pesquisa não encontrou incidências significativas em termos de melhora do humor.

Portanto, faça esportes ou qualquer outra atividade física com certa constância e sem exageros que a felicidade baterá à sua porta como em um passe de mágica. Simples assim!

Nunca é tarde para começar, viver em movimento é uma forma de agradecer, é o seu momento, é autoconhecimento. Viva isso, permita!

Mude a mente, alcance suas metas. Bons treinos!

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